logo
Sejam bem vindos ao Jamie Dornan Brasil, sua principal fonte de notícias sobre o ator Jamie Dornan – mais conhecido pel oseu papel de Grey, em Cinquenta Tons de Cinza – no país. Aqui você encontrara informações sobre seus últimos projetos, entrevistas traduzidos, uma galeria refleta de fotos e muito mais. Não somos o Jamie e não possuímos qualquer contato com o mesmo. Não temos contato com seu agente, amigos ou familiares. Site de fãs para fãs, sem fins lucrativos. Todo o conteúdo encontrato neste site pertence ao JDBR até que seja mostrado ao contrário. Aproveite todo o conteudo disponível e volte sempre!

Jamie Dornan, recentemente um dos mais vistos a enfrentar críticas por conta do seu sotaque muito irlandês na comédia Wild Mountain Thyme, está indo para Austrália. A estrela de The Fifty Shades of Grey será protagonista de The Tourist, um suspense misterioso que se passa na Austrália da empresa Two Brothers Pictures, produtora de Fleabag e The Missing, ganhadora do Emmy.

Danielle Macdonald, Shalome Brune-Franklin e Hugo Weaving também entraram para o elenco, e a produção está prevista para começar no final do ano (2021).

Dornan estrela como um britânico que se encontra no coração vibrante da área desértica da Austrália, sendo perseguido por um grande caminhão-tanque que está tentando tirá-lo da pista. Uma perseguição épica de gato e rato se desenrola e o homem acorda no hospital depois, machucado, porém de alguma forma vivo. Com exceção de que ele não tem ideia de quem ele é. Com figuras implacáveis de seu passado a persegui-lo, a procura de respostas d’O Homem o impulsiona pelo vasto e imperdoável deserto.

Macdonald (de Dumplin’Patti Cakes) será Helen Chambers, e Brune-Franklin (de Line of DutyRoadkill) interpretará Luci. Weaving (de The Lord of The RingsPatrick Melrose) interpretará Agent Lachlan Rogers.

The Tourist é um dos roteiros mais emocionantes que eu já li. Mal posso esperar para ir para Australia com um grupo tão talentoso de pessoas,” contou Dornan.

“Estamos extremamente animados com essa produção. Está abrindo caminhos de várias formas para nós, e ter Jamie Dornan no barco é a cereja do bolo australiano. Animado para trabalhar com Chris Sweeney novamente assim como com a BBC, HBO Max, Stan e ZDF,” acrescentou Harry e Jack Williams, escritores de The Tourist e donos de Two Brothers Pictures.

The Tourist é uma produção da empresa Two Brothers Pictures, parte da All3Media, para a BBC, em associação com a Highview Productions, All3Media International, the South Australian Film Corporation, HBO Max, Stan e ZDF.

As vendas internacionais serão negociadas pelo parceiro global All3Media International.


Como alguns de vocês sabem, ontem (01/12) aconteceu a primeira exibição de Wild Mountain Thyme, filme que Jamie Dornan interpreta o irlandês Anthony Reilly. Eu (Thiciane) tive a incrível experiência de assistir através do KCET Cinemas Series e a primeira coisa que tenho a dizer é: esse filme é uma preciosidade.

Sem dúvidas é um filme que mexe com suas emoções. Me peguei sorrindo, rindo e chorando em vários momentos. Eu senti que o trabalho de Shanley, diretor do filme, foi uma carta de amor, e não digo só romanticamente falando, mas uma carta de amor à Irlanda.

Anthony é um homem simples, único e ao mesmo tempo inseguro. Ele meio que já desistiu de si mesmo e se reencontra através da maravilhosa e incansável Rosemary, interpretada por Emily Blunt, que além de engraçada, é uma mulher forte e segura de si. Acho que Jamie trouxe muito de si para o personagem, principalmente no jeitinho suave do Anthony com seu pai e seu amor incondicional pela mãe. Acredito que parte da sua vida no campo também ajudou muito no desenvolvimento do personagem, principalmente na hora de gravar/lidar com animais.

Pausa para dizer que me diverti MUITO com as quedas do Anthony…

Eu, particularmente, sou apaixonada pela Irlanda e assistir a devoção dos personagens pela Ilha Esmeralda me deixou com o coração quentinho. Fora que a fotografia estava linda. Os campos verdes, a casa da Rose com a porta coloridinha… Os detalhes que fizeram toda a diferença.

E por falar em toda a diferença: Amelia Warner entregou uma trilha sonora que me arrepiou desde o primeiro minuto, tudo se encaixava perfeitamente. Quase em todas as cenas eu estava arrepiada! Não tenho nem como dizer a vocês o quão LINDA é a canção que ela escreveu com o Shanley, simplesmente de tirar o fôlego, ainda mais na voz de Sinéad O’Connor.

Não quero falar muito e acabar soltando algo que possa estragar qualquer pedacinho da experiência linda que é esse filme, portanto eu vou finalizar essa review com um último comentário: Jamie Dornan cantando Wild Mountain Thyme é TUDO! A voz tão doce, tão gostosinha de ouvir. Me peguei com saudades de Sons of Jim e confesso que quando terminei de assistir, corri para o YouTube pra ouvir When I Go.

É isso, eu amei e assisti duas vezes (e se pudesse assistia mais uma). Espero que vocês possam assistir essa belezura logo e mal posso esperar para saber a opinião de vocês,

Thiciane. x


Jamie Dornan e Anthony Mackie entraram de cabeça em uma alucinnante viagem no tempo em seu último filme Synchronic, entretanto foi mais além de brincadeiras e diversão para esses grandes parceiros de tela.

A dupla estrela como paramédicos da base de New Orleans, como Dennis (Dornan) e Steve (Mackie), quem descobre destroços daqueles que morreram diante de horríveis e mistériosas circunstâncias. No clipe exclusivo do filme lançado pela EW, a dupla chega ao cenário de um parque de diversões onde um corpo entrou em combustão espontânea. De acordo com as evidências, o que liga essas vítimas umas às outras é uma nova droga projetada chamada Synchronic.

Dornan e Mackie sentaram com o EW para explicar como foi cair naquele buraco de coelho, se eles mesmos estariam aptos ou não a provar a droga, e a experiência de gravar na cidade natal de Mackie.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Jamie, os personagens de Dennis e Steve vão em uma aventura selvagem juntos. Dito isso, o que os fãs podem esperar deles nesse filme?

JAMIE DORNAN: Dennis e Steve são esses dois caras jovens e paramédicos atraentes em New Orleans que passam por esse designer de drogas que está tendo um efeito devastador em pessoas jovens. Eles acabam diretamente ligados a causa e o dito efeito da droga e eles vão nessa jornada alucinante para encontrar o que eles precisam descobrir a fim de limpar a cidade dessa droga.

A droga transporta os usuários para vários pontos no tempo. Anthony, nos conte sobre as aventuras de Steve.

ANTHONY MACKIE: Ele volta no tempo e visita um antigo conquistador e ele também volta na era do gelo. Haviam muitos níveis interessantes a cada momento que ele ingeria a pílula e voltava para o passado. Eu gosto que os diretores Justin [Benson] e Aaron [Moorhead] não deixaram que isso influenciasse em seu presente. Quando ele visitava o passado e retornava para o presente, ele percebia como aquele momento foi valioso. Sentado aqui entrevista com você e Jamie, com cada um tendo de diferentes complexos e apectos, mostra o quão precioso é o presente. Issi é algo que eu sinto que eles acertaram em cheio nesse filme.

Anthony, gravar Synchronic na sua cidade natal foi especialmente extra para você?

MACKIE: Foi um desastre gravar lá. [Risos] New Orleans pra mim é uma cidade muito voltada para a família, então se algum de seus primos aparecem, você não pode dizer a ele para ir para casa porque você está gravando um filme. E você sabe que ele vai parar ali e trazer com ele o grill do churrasco, depois ele vai dizer a todos onde ele estava. Houveram tantas vezes que eu estava em set gravando onde tinha um primo, ou um amigo de escola que aparecia. Era hilário! Veja, New Orleans é uma das melhores cidades quando se trata de filmagem, porque você pode literalmente conseguir qualquer tipo de experiência que precisaria. Justin e Aaron fizeram um ótimo trabalho de escolher locações que mostram a dualidade da cidade dos pontos altos aos baixos. Estou orgulhoso de termos gravado lá.

Jamie, você foi convidado para os churrascos? Anthony te mostrou a cidade?

MACKIE: Não! Quando chegávamos na cidade ele ficava com medo!

DORNAN: Não, isso não é verdade! Houve muitas visitas a cassinos. Lembra Anthony quando você me apresentou ao jogo de dados? Eu lembro jogar o jogo e era tão fácil, as pessoas continuavam a me dar fichas. Eu continuei ganhando e eu não entendia como. Eu já estive em New Orleans antes por umas duas noites, mas eu estave afoito para gravar algo lá. É um daqueles lugares onde as pessoas falam com uma alegria fervorosa. Eu amei muito, as pessoas e a energia de lá.

Se uma droga como Synchronic estivesse disponível na realidade, algum de vocês tentariam provar?

DORNAN: Eu provaria 100%. Se fosse pra ter os efeitos como no filme, talvez hoje eu não provaria, mas o meu eu de 20 anos de idade definitivamente sim. Se eu soubesse que eu poderia ser levado no tempo de forma segura, acredito que todos nós provaríamos. Eu gosto da ideia de passar tempo no Laurel Canyon no final dos anos 60 com Joni Mitchell, James Morrison, e David Crosby. Aqueles caras pareciam estar se divertindo muito. Eu gosto muito daquele som folk-rock americano, então seria para onde eu iria.

MACKIE: Eu definitivamente provaria, também: sem pensar duas vezes. Eu compraria tudo! Um dos meus maiores arrependimentos é que eu nunca conheci Muhammad Ali. Eu estive no mesmo prédio que ele duas vezes, mas nunca no mesmo cômodo. Eu adoraria voltar no tempo e visitar seu auge nos anos 50 e 60 e aproveitar a oportunidade de verdade para experenciar esse nível de nobreza.

Têm muitas lições nesse filme. Elas afetaram um de vocês de alguma forma?

DORNAN: Sim. Tem um grande discurso dos meninos no final sobre viver no presente e apreciar as coisas que você tem perto de você que ressoou em mim. Espesicalmente agora em 2020, tem sido um tempo para reflexão sobre permanecer no presente, mas também olhando para o passado e pensando no que poderíamos ter mudado. Tem tido também muito tempo para pensar no futuro e como nós queremos que ele seja, mesmo muita parecendo estar fora do nosso controle. Synchronic traz de verdade a conversa sobre tempo, sua apreciação, entendimento, e respeito por ele.

MACKIE: Isso, pra mim também. Eu acho que uma das maiores lições desse filme está acontecendo agora. Se nós não aprendermos com nossos erros passados, nós vamos a cometê-los no futuro novamente. Com tudo acontecendo agora, ele [o filme] coloca as coisas em perspectiva pra mim. Ninguém tem o amanhã prometido, então aproveito cada dia no seu máximo.

Jamie, você foi um sucesso na série The Fall da Netflix. Uma pena ouvir que você teve que sair de Dr. Death. Como você está se sentindo sobre Joshua Jackson aceitar o papel?

DORNAN: Tem sido uma coisa doida com The Fall, porque foi um sucesso na BBC quando saiu sete anos atrás e agora foi lançado todas as temporadas aqui na Netflix. Me fez perceber quantas pessoas assistem mais a Netflix do que a BBC TWO, porque foi dada a essa série uma outra vida! Com Dr. Death, foi apenas uma daquelas coisas irritantes de agenda. Quando a panedemia começou estávamos a três dias do início das gravações e eu estava com toda a minha família em New York. Nós ainda temos muitos de nossos pertences no nosso apartamento lá que ainda estamos pagando. Eles foram insistentes em algumas datas que não davam pra mim de jeito nenhum, então eu tive que sair. Eu sou um fã do Joshua Jackson, gosto muito do trabalho que ele faz, então foi uma ótima escalação. Eu não sinto nada além de amor e respeito pelas pessoas daquela equipe, então é uma pena eu não estar disponível para entrar naquela jornada com eles, mas eu desejo a eles toda a sorte do mundo.

Anthony, você trabalhou em Ma Rainey’s Black Bottom na Broadway. Está animado para ver Chadwick Boseman no filme da Netflix?

MACKIE: Têm muitos atores lendários nesse filme e Chad se colocou em uma posição na época para entregar aquela performance, porque Levee é um puta de um papél. Ter Viola Davis como Ma, você não poderia pedir por um grupo melhor de pessoas para compor aquilo. Será algo especial. Nessas duas semanas passadas eu perdi dois gurus do teatro em Anthony Chisholm e Thomas Byrd quem eu tive a oportunidade de contracenar junto para August Wilson. É uma história que não deveria ser tida como levianamente e um personagem que vai mudar sua opinião sobre o que o teatro pode ser se você você assistir.


Nessa quinta-feira (03/09), o colunista Baz Bamigboye do DailyMailCeleb anunciou o novo projeto do Jamie, a semi-autobiografia de #KennethBranagh intitulada até então de ‘Belfast’.

O elenco conta com Judi Dench, Cirian Hinds, Kenneth Branagh e Caitriona Balfe, e contará a semi-autobiografia do ator e diretor norte-irlandês Kenneth Branagh, inspirado por sua infância nos anos 60. A história se passará na Irlanda, e Jamie e Caitriona interpretarão os pais de Kenneth.⁣

O filme começou a ser filmado discretamente, em locações na Inglaterra, embora haja planos de que algumas cenas sejam filmadas na cidade natal de Kenneth (Irlanda).

“⁣O premiado diretor descreveu o filme, no Belfast Telegraph, como um ‘filme muito pessoal sobre um lugar e pessoas que amo”. — via Daily Mail.

⁣ 𝐈𝐧𝐟𝐨: 𝐁𝐚𝐳 𝐁𝐚𝐦 & 𝐃𝐚𝐢𝐥𝐲 𝐌𝐚𝐢𝐥

———————————————————————————

𝐂𝐮𝐫𝐢𝐨𝐬𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐨 𝐞𝐥𝐞𝐧𝐜𝐨: Kenneth já dirigiu filmes como, Cinderela, Thor, Assassinato Expresso do Oriente e outros… Catriona atualmente participa da série Outlander (disponível na Netflix) como Claire Fraser. E Judi, já atuou em filmes como, 007 operação skyfall, Victoria e Abdul e Cats.

P.S: Aparentemente, Jamie e Cait já gravaram algumas cenas do filme, ambos estiveram na Inglaterra e Irlanda na mesma data (início de agosto), inclusive foi quando a Cait seguiu o Jamie no ig.


Jamie em nova entrevista ao Metro News Rússia falou sobre ‘Endings Beginnings’ e como o amor pode ser difícil.

Você consegue entender uma heroína com uma vida pessoal tão confusa?

Como fica claro no início do filme, ela acabou de terminar um longo relacionamento, e promete a si mesma não se precipitar em ir para novos braços, e também parar de beber. Ela quer mudar sua vida pela aposta. No entanto, quase imediatamente depois disso, ela conhece dois caras que também são melhores amigos. E ela começa a ir até o seu limite. Ela está tentando descobrir se pode amar e confiar novamente. Esta é uma história maluca cheia de uma grande variedade de emoções.

Um caso com dois homens ajuda uma garota a se entender?

Seu relacionamento com Frank pode ser considerado mais destrutivo. Ao contrário de Jack, este é um personagem tão inquieto. Jack é positivo, tudo em sua vida é estável. Frank é mais reservado, enquanto Jack, por outro lado, é fácil de conversar. Em suma, Frank é negativo e Jack é positivo. Analisando suas emoções, Daphne percebe que uma parte de seu ser anseia por Frank, mas Jack atende às necessidades de sua alma na mesma medida. Essa luta de sentimentos ocorre nela durante todo o filme. Cada um dos caras dá a ela algo próprio.

Este filme, em certo sentido, explora o amor como um fenômeno. Como começa, como se desenvolve. Foi interessante para você entender esse problema?

Acho que todo mundo tem sua própria história de relacionamento, onde nem tudo foi fácil. Às vezes, o que parece perfeito em palavras não fica tão bom atrás de uma porta fechada. Além disso, cada um tem sua própria ideia de amor.

Você acha que existe amor perfeito?

Eu não sei. Estou muito feliz na minha vida pessoal, mas talvez do ponto de vista das outras pessoas, não somos um casal perfeito. O que funciona para mim em um relacionamento não necessariamente funciona para outra pessoa. O amor é difícil. Ao longo da vida, as pessoas muitas vezes encontram o amor, às vezes pensando que é isso, ou aquilo mesmo – e de repente acaba… Então esse sentimento surge de novo, mas com matizes diferentes. Com cada nova pessoa, o amor é diferente a cada vez.

Parece que você não está agindo de acordo com a situação, mas vivendo, como se suas observações surgissem aqui e agora.

Em parte é. Porque o diretor Drake Dorimus sempre espera que os atores improvisem. Foi muito engraçado quando o roteiro foi enviado para mim, e eu pensei que era apenas um esboço e pedi a versão completa. O agente disse: “É isso”. Para você entender, era um texto de 60 páginas. Em algum lugar os diálogos foram explicados, e em algum lugar foi simplesmente indicado: Jack fala sobre por quê o mundo funciona assim… Naquela mesma noite liguei para Drake e disse que iria atuar em um filme. (Risos)

E como foi no final?

As primeiras tomadas seguimos o roteiro, mas então Drake disse: “Não, não olhe o que está escrito na página, vamos tentar falar com nossas próprias palavras”. A princípio foi terrivelmente assustador, mas depois, ao contrário, a restrição desapareceu, a leveza apareceu. Eu até acho que mais filmes deveriam ser feitos dessa forma. Adorei o processo. Você se concentra na própria situação, o que é um pouco estranho. Claro, isso não é para os fracos de coração. (Risos) Mas assim que você pega a onda, as sensações são incríveis.

Como você acha que alguém deve ser salvo do amor infeliz ou, como dizem agora, do amor tóxico?

Acho que, para amar alguém, você deve primeiro aprender a respeitar e aceitar a si mesmo. E Daphne está apenas embarcando nessa jornada. Acho que muitas pessoas serão capazes de se reconhecer nesta situação. O amor próprio é muito importante. Amor próprio não é o mesmo que narcisismo ou complacência. Em primeiro lugar, significa ter a vida nas mãos, ter a certeza de que é uma pessoa forte e boa. Acredite em você com firmeza.

Que emoções os telespectadores sentirão?

Acho que os espectadores verão um reflexo de suas vidas. Não sei como vão se sentir – não sou fã de predizer: “você vai sentir isso e aquilo”, mas sei que há personagens muito vivos e reconhecíveis. Há muito real, talvez demais. (Risos) Acho que o público vai ver, e a história de Daphne vai tocá-los e fazê-los pensar. Este filme dá esperança, que sempre inspira. E, claro, é um lindo filme, como sempre com Drake. Só pelas cenas com a bela e talentosa atriz Shailene Woodley, vale a pena assistir a este filme.

Fonte: Metro News Rússia.


error: Content is protected !!