Jamie Dornan é destaque na edição de verão/outono da revista Arena Homme+, onde além de um ensaio fotográfico maravilhoso, o ator bate um papo com sua amiga e ex-colega de elenco em Barb and Star Go To Vista Del Mar, Kristen Wiig. Durante a entrevista, o ator compartilha detalhes sobre seus projetos mais recentes. Confira abaixo a tradução:

Saúdem Jamie Dornan, o premiado ator de Holywood, na Irlanda do Norte (agora talvez mais associado a Hollywood, Los Angeles), cujo talento é celebrado tanto por cineastas quanto por amantes do cinema ao redor do mundo. Ele nos arrepiou e revirou nossos estômagos com sua excelente performance de estreia como o serial killer Paul Spector na série de drama policial The Fall, papel pelo qual foi indicado ao prêmio de Melhor Ator da British Academy Television. Ele também foi indicado ao Globo de Ouro em 2022 por sua atuação em Belfast, dirigido por Kenneth Branagh. Recentemente, ele esteve ocupado com seu mais novo projeto, The Tourist, que teve sua segunda temporada na BBC a partir de janeiro, além de se tornar o mais recente embaixador da marca Loewe, de Jonathan Anderson. A seguinte conversa é entre Dornan e sua amiga próxima e colega de trabalho, Kristen Wiig, cuja nova série Palm Royale foi lançada em 20 de março. Os dois atuaram juntos no filme Barb and Star Go to Vista Del Mar.

Kristen Wiig: Jamie, sinto que preciso te contar, estou em um quarto de hotel porque… sabe, essa pintura não é minha.

Jamie Dornan: Eu ia dizer – gostei muito da sua arte ali.

KW: [Risos] só gosto de manter tudo bem básico. Eu sei que deveríamos realmente falar sobre The Tourist, e estou muito feliz em falar sobre The Tourist, porque é tão bom.

JD: Obrigado!

KW: E sinto que isso é totalmente a sua cara. Não esperava que tivesse tanto humor. Isso é algo que você trouxe para o projeto? Como foi apresentado para você?

JD: Bem, definitivamente havia humor, e isso me chamou a atenção. Gostei que não fosse apenas um drama sério. Na verdade, depois de ‘Barb and Star Go to Vista Del Mar’, pensei que mais trabalhos de comédia viriam para mim, mas não foi bem assim [risos].

KW: Tenho certeza de que sim, e que tem acontecido.

JD: Te prometo que não aconteceu. Não estou dizendo que nada apareceu, mas não coisas que eu queria fazer. Acho que vocês definiram o padrão muito alto.

KW: Tenho certeza de que não é bem assim [risos]. Vou dizer, quando as pessoas mencionam o filme, a primeira coisa de que falam é de você e de como foi engraçado. As outras pessoas que estão em The Tourist – Danielle [Macdonald], por exemplo, faz muita coisa de comédia, né?

JD: Sim, ela faz.

KW: E então tem o [ator] Ólafur Ólafsson, certo?

JD: Sim, chamamos ele de Darri. Ele é muito legal. Eu realmente o adoro. Acho que foram muito inteligentes com ‘The Tourist’. Muitos dos papéis menores eram de atores temporários, como as pessoas que trabalhavam na loja de presentes, todos esses papéis menores, foram feitos por muitos comediantes que na verdade não fazem muita atuação séria. Eles eram meio que essas pessoas excêntricas, estranhas, engraçadas, e eles realmente elevaram esses momentos.

KW: Parecia que eram pessoas reais que viviam lá. E você deve ter ficado lá por meses, imagino?

JD: Eu fiquei lá [na Austrália] por cerca de cinco meses. Nossas filhas foram para a escola lá e tudo mais. Foi meio intenso.

KW: Como isso funciona – estou perguntando também por mim mesma – quando você recebe um projeto assim e é tipo, ok, são cinco meses na Austrália… Transferir escolas – ser pai, é difícil escolher. Como funciona isso?

JD: Claro, mas acho que muito disso tem a ver com o momento certo e cada caso depende da situação exata em que você está naquele momento. The Tourist surgiu em um momento muito oportuno, quando a Covid estava no auge no Reino Unido, estava realmente difícil. E então apareceu The Tourist, e foi uma oportunidade de ir para a Austrália, onde não havia casos de Covid, literalmente zero. Os australianos estavam sendo super rigorosos com isso. Não estou dizendo que fiz The Tourist para fugir, mas veio na hora certa, estávamos matriculando as crianças na escola. Se algo semelhante surgisse na Austrália agora, simplesmente não iríamos. Seria muito perturbador em nossas vidas. Nossa filha mais velha tem dez anos agora e no próximo ano terá exames importantes que determinarão a escola secundária em que ela irá estudar. Estamos tentando manter tudo bem local mesmo. Acho que quanto mais velhos os filhos ficam, menos você pode mudar de lugar.

KW: Sim, porque eles têm seus amigos e isso é meio que tudo para eles.

JD: Sim, exatamente.

KW: Quando você lê algo, um roteiro ou algo do tipo, você meio que pensa: “Quero fazer esse tipo de coisa em seguida?” Ou é apenas o que aparece em seu caminho?

JD: Acho que você não sabe até se sentir realmente impactado por algo.

KW: Sim, sinto que sei bem cedo, quando estou lendo algo.

JD: Às vezes estou realmente disposto por causa das pessoas envolvidas. Há esse conflito do tipo, ‘Devo fazer isso porque há muitas pessoas legais envolvidas, e você pode aprender muito, e provavelmente seria uma experiência geralmente boa?’ Muitas vezes, minha intuição na verdade me diz, ‘Hmm, não quero realmente fazer isso, e não gosto muito da ideia de interpretar esse personagem, mas sei que é um diretor realmente bom’. Então, acho que você está sempre lutando contra esse tipo de conflito, e na verdade acho, aprendendo agora depois de quase vinte anos fazendo isso, que você precisa seguir sua intuição.

KW: Mas não sei, porque temos tantos lados. Amo fazer drama e amo fazer comédia. Acho natural para mim, se eu fizer algo cômico, e então estou meio que tipo, ‘Ah, preciso fazer algo super dramático’, não pela imagem, mas apenas criativamente. Mas na verdade, não tenho controle sobre isso [risos]. Gostaria de dizer que tenho uma estratégia, mas não tenho. É meio que, como você disse, algo vai surgir. Acho que as pessoas envolvidas são importantes. E também, agora que sou mãe, não quero realmente fazer algo super sombrio – espera, quando você fez The Fall, você tinha filhos?

JD: Quando fiz a primeira temporada de The Fall, ainda não tínhamos filhos. Millie e eu nem sequer estávamos casados, ficamos noivos pouco antes de eu começar a filmar. E então, porque tenho essa lembrança de uma cena naquele momento, uma das poucas inocentes – bem, nenhuma é inocente, pelo amor de Deus [risos] – mas há uma cena em que meu personagem está lavando o cabelo da filha na banheira. Quer dizer, você acabou de vê-lo matar uma mulher inocente, então é um lugar estranho de qualquer maneira, mas me lembro, e acho que naquela época eu tinha uma sobrinha, mas ela era um bebê e certamente não a tinha banhado, então nunca dei banho em uma criança – É tão estranho pensar nisso agora, depois de dez anos e meio como pai, sempre dando banho nas crianças. Eu estava lá, lavando o cabelo dela, e a espuma acabou indo parar nas minhas mãos [risos]…

KW: Eles tipo… ‘Você já deu banho em uma criança?’ [Risos].

JD: Sim, literalmente [risos]. Eles tipo, ‘O que você está fazendo, cara, o que está fazendo?’ Eu estava tipo, ‘Só estou me certificando de que o cabelo dela… é assim que se faz?’ [Risos] Tive que ser ensinado sobre tudo isso. Eu interpretei alguns personagens sombrios, não há uma grande quantidade de coisas que minhas filhas viram ou verão. Barb and Star Go to Vista Del Mar, um pouco de Belfast e eu fiz uma pequena participação no filme Trolls World Tour que pedi para participar por causa delas, então também sou consciente disso, mas também tem muita coisa incrível. E porque fui elogiado por interpretar papéis sombrios antes, continuo recebendo esses tipos de papéis, e muitas vezes estou de acordo com isso. Gosto ou não, esses convites não param, e nunca os rejeitarei completamente. É engraçado quando você se torna pai, porque meio que faz você repensar um pouco em como sua mente funciona.

KW: Ah, sim. Teve algo que chegou até mim recentemente que era tão sombrio, e eu não consigo fazer [risos]. Nem é pelo fato de estar disponível, talvez eles assistam, é apenas que eu não quero chegar em casa à noite – definitivamente mudou para mim.

JD: Com certeza!

KW: Eu realmente amo Kenneth Branagh como diretor. Nem quero dizer que ele é subestimado, porque obviamente ele é muito conhecido, mas amo todos os seus filmes, acho que ele é muito bom. Você trabalhou com ele duas vezes, já conversou sobre trabalhar com ele novamente em algo diferente?

JD: Ele é tão incrível, eu o adoro! E temos uma conexão tão natural um com o outro, o que é algo que normalmente não se garante com a maioria dos diretores [risos]. Ainda tenho momentos em que preciso me beliscar, que ele me aprecia como ator e como pessoa,e acho que isso se deve ao fato de ele ser uma espécie de titã na indústria e ter uma carreira tão longa e variada. Para alguém assim confiar em mim para contar a história mais pessoal que você poderá contar e retratar seu próprio pai ou versão de seu pai [em Belfast], sempre me orgulharei muito disso.

KW: Que bom para você!

JD: Kenneth tem estado tão ocupado, agora ele está fazendo King Lear na Broadway, mas definitivamente discutimos outras possíveis colaborações, o que seria adorável porque – e você provavelmente trabalhou com diretores repetidas vezes, não sei o que é, mas é apenas um alívio adorável do medo que você tem a cada trabalho, tipo, ‘Caramba, e se depois dos ensaios e das reuniões que temos, os jantares que temos, e se chegarmos no set e essa pessoa for um psicopata?’

KW: Sim, ou eles pensam que o que estou fazendo é terrível. E então, quando eles te chamam de volta, você pensa, ‘Ah, acho que me saí bem.’ [Risos]

JD: [Risos] Sim, exatamente… Caramba. É tão bom ter uma relação contínua em que o Kenneth sabe do que sou capaz, e eu sou alguém que precisa desse encorajamento e fé para me sair bem.

KW: Quero te fazer uma pergunta meio ‘de ator’, mas estou curiosa…

JD: Manda ver!

KW: Em termos de ter um parceiro de cena – obviamente trabalhamos com pessoas com diferentes experiências – quais são as suas características para um parceiro de cena ideal?

JD: Alguém que discorde do que eu quero fazer [risos].

KW: [Risos] Ótimo.

JD: Às vezes você sente essa facilidade natural com as pessoas, e parece que é algo muito raro – na verdade, não é raro, acontece bastante. Tenho um certo receio com ensaios.

KW: Eu também!

JD: Eu não gosto dessa de “coloca movimento nisso!” quando você está sentado em um escritório no Soho e a realidade da cena é que ela se passa em uma selva. Honestamente, eu não entendo o que isso quer dizer. Uma vez, passei por uma situação onde um diretor fez isso. Ele disse, “Vamos lá, levanta, coloca um pouco de movimento nisso.” E eu estava fazendo essa cena, super relutante, literalmente em um escritório abandonado, e em um momento comecei a mexer com um grampeador [risos], e ele disse, “Se você quiser usar esse grampeador, pegue ele na cena,” e eu fiquei tipo, “Essa cena não se passa em uma floresta? Vai ter material de escritório lá?”

KW: [Risos]. É tão estranho.

JD: Eu odeio isso, mas o que eu amo fazer é o que acabamos de fazer por duas semanas inteiras em ‘The Undertow’ – sentar e conversar sobre as coisas, e é tão maravilhoso. Ler as cenas, pensando em ‘como podemos melhorar isso? O que você quer desta cena?’ Isso realmente me faz lembrar dos primeiros dias de aprendizado, de como encontrar um personagem e tudo mais.

KW: Sim.

JD: Na verdade, foi uma experiência tão agradável, e agora me sinto tão preparado, porque todos os atores estavam lá e todos entramos na cena. Pudemos conversar de maneira muito aberta e segura sobre o que sentíamos que queríamos, e eu já sei como vou atuar em todas essas cenas com a Mackenzie Davis.

KW: Ah, eu adoro ela.

JD: Ela é incrível, eu tenho feito muitas coisas incríveis com Mackenzie. Eu sei que vai ser bom, tenho certeza disso. E tenho tido muita sorte com várias pessoas assim. Embora eu ainda não tenha contracenado com alguém que seja super metódico.

KW: Acho que eu também nunca passei por isso.

JD: Acho que estamos falando de menos de um por cento. O mundo exterior pensa que 90 por cento dos atores são assim, eu nunca trabalhei com alguém que atua assim, que se aprofunda tanto em suas próprias emoções e experiências para dar vida aos personagens. Não sei como lidaria com alguém assim, e não sinto que haveria uma situação coesa e harmoniosa entre nós dois, porque seria tudo sobre o jeito dessa pessoa. Ainda não enfrentei isso, mas acho que teria muita dificuldade se, e quando, enfrentar. É algo que envolve toda a equipe – é como um esporte, não é? Às vezes, você entra sabendo que você e seu parceiro de cena, ou parceiros, vão fazer funcionar porque conversaram sobre isso e se respeitam, são realmente abertos, e você vê nos olhos deles que estão dispostos a ouvir e interagir. E às vezes alguém entra com uma ideia muito clara de como vai fazer, não se importa com o que você vai fazer, e aí você pensa, ‘Isso vai nos arruinar, você está fazendo tudo girar em torno de você quando a câmera está em você, e não é assim que deve funcionar.’

KW: Concordo totalmente. Eu também nunca tive isso, mas acho que é preciso ter essas conversas como pessoas, tipo ‘Jamie e Kristen, é assim que estou pensando nisso.’

JD: É uma questão de confiança, né? Tudo se resume à confiança. Sair para jantar pode ser como um momento de ensaio para mim.

KW: Concordo.

JD: Trabalhei com Cillian Murphy, que obviamente está passando por um ano realmente difícil, né? Ele está enfrentando um momento ruim e sua carreira está em baixa, sabe, está realmente difícil para ele [risos]. Mas Cillian e eu fizemos o filme Anthropoid anos atrás, mas antes de começarmos o filme, ambos pensamos, ‘Vamos sair para jantar e nos conhecer’. E nós simplesmente saímos, comemos pizza e bebemos algumas cervejas, e tivemos um tempo incrível juntos. Ele é um amigo muito querido meu até hoje. Foi a primeira vez que nos conhecemos, e tivemos que interpretar melhores amigos no filme, e foi muito útil fazer isso, apenas construir aquela relação e aquela confiança. Então, chegamos ao ponto em que, com um pouco de ensaio também, estávamos tão alinhados quando pisamos no set, e fizemos todo o nosso trabalho de roteiro juntos, nos sentamos lado a lado com nossos roteiros de cena de manhã, conversamos de verdade sobre tudo. Sentir total segurança e conforto com alguém, é uma sensação maravilhosa.

KW: Sim, concordo. Na verdade, quero te perguntar isso, mesmo que seja só por curiosidade. Então, suas filhas obviamente já são grandes o suficiente, elas sabem o que você faz, elas sabem o que você faz há muito tempo.

JD: Sim.

KW: Você evitou contar a elas no começo por um tempo? Como elas ficaram sabendo? Meus filhos têm quatro anos, então eles realmente não sabem. Mas é quase como se eu estivesse dizendo a eles que foram adotados quando revelo o que faço. [Risos]

JD: [Risos] Apenas indo para aquele local de trabalho por um tempo. Acho que nunca tentei esconder nada deles.

KW: Eu não escondo nada! Eles simplesmente não entendem porque nunca viram um programa com atores, não entendem.

KW: Você demorou um pouco para contar a elas no começo? Como descobriram? Meus filhos têm quatro anos, então não entendem muito bem. Mas é quase como se eu estivesse dizendo que são adotados quando revelo o que faço. [Risos]

JD: [Risos] É só dizer que vou para o trabalho por um tempinho. Acho que nunca tentei esconder nada delas.

KW: Eu não escondo nada! Eles simplesmente não entendem porque nunca viram um programa com atores, não pegam a ideia.

JD: Naquela idade, não é esconder. Acho que para os mais velhos, você poderia potencialmente começar a protegê-los disso ou escondê-los disso, mas simplesmente não acho que já fizemos isso. Acho legal ser ator [risos], é uma coisa muito legal. Acho que somos abertos sobre isso.

Fonte: Arena Homme+ | Tradução: Jamie Dornan Brasil

Na tarde desta quarta-feira (15), a Variety noticiou que Jamie Dornan e Anthony Mackie estrelarão uma nova série policial intitulada “12 12 12”, encomendada pela plataforma de streaming Apple TV+. Além de protagonizarem, ambos assumirão os papéis de produtores executivos.

A trama acompanha um agente do FBI desonrado (Anthony Mackie) e um experiente criminoso americano (Jamie Dornan) em um jogo de gato e rato pela Europa. No centro de tudo está um audacioso e épico assalto a um cofre bancário localizado em Zurique, na Suíça.

A série será dividida em três linhas do tempo distintas: os 12 meses que antecedem o assalto, as 12 horas durante o assalto e os 12 dias subsequentes.

Criada por Dudi Appleton e Jim Keeble, que também serão produtores executivos, a série contará com Kari Skogland dirigindo o piloto e atuando como produtora executiva. Jamie Dornan e Anthony Mackie assumirão papéis como produtores executivos, enquanto Jason Spire, da Inspire Entertainment, e uma equipe da Skydance Television, incluindo David Ellison, Dana Goldberg e Matt Thunell, também estarão envolvidos como produtores executivos. A série será uma co-produção entre a Anonymous Content e a Skydance TV.

Este projeto marca um reencontro para Jamie e Anthony, que anteriormente estrelaram juntos no filme “Synchronic” (2019) – Atualmente disponível aqui no Brasil no streaming da Star+ – sobre dois paramédicos investigando uma droga sintética que permite aos usuários viajarem pelo tempo.


Fonte: Variety | Adaptação: Jamie Dornan Brasil

Jamie Dornan fez sua estreia no famoso Met Gala deste ano, o evento badalado que acontece anualmente no Metropolitan Museum de Nova York. A exposição temporária do museu, intitulada “Belas Adormecidas: Despertando a Moda”, prometia provocar reflexões sobre arte, tempo e moda.

O ator, como embaixador da marca LOEWE, desfilou pelo tapete verde do evento usando um visual exclusivo projetado por Jonathan Anderson, o diretor criativo da marca. Inspirado no conto “O Jardim do Tempo” de J.G. Ballard, o traje de Jamie mergulhou na atmosfera do tema, capturando a essência da história.

O conto de Ballard narra a vida do Conde Axel e sua esposa em uma vila opulenta, protegida pelo misterioso “Jardim do Tempo”. Este jardim, capaz de viajar no tempo, inspirou muitos dos looks apresentados no Met Gala, com seus motivos florais e elementos temporais.

Feito sob medida, seu traje foi projetado para refletir a elegância clássica de um nobre, com uma sobrecasaca preta, calça listrada cinza e um colete pérola azulado, todos evocando a época do conto. Cada detalhe do traje contou uma história visual, celebrando a conexão entre moda e literatura que é o coração do Met Gala. Confira o look usado por ele:

Durante sua passagem pelo tapete, o ator concedeu pequenas entrevistas a veículos de imprensa que estavam no local e falou mais sobre seu traje, além de mencionar seu novo projeto, “The Undertow”, atualmente em fase de filmagens na Escócia. Assista:

Confira toda a cobertura fotográfica do ator no evento:

Home > EVENTOS E APARIÇÕES > 2024 >  06.05 – MET GALA EM NOVA YORK – TAPETE VERDE. 

Home > EVENTOS E APARIÇÕES > 2024 >  06.05 – MET GALA EM NOVA YORK – DENTRO. 

Home > PORTRAITS > 2024 >  MET GALA . 

Leia também a breve entrevista que ele concedeu à revista britânica GQ momentos antes de ir ao Met Gala: https://jamiedornan.com.br/jamie-dornan-mostra-um-forte-apoio-aos-designers-da-irlanda-do-norte-no-met-gala-2024/

Antes de estrear no baile anual do Met Gala, Jamie Dornan concede uma breve entrevista à revista British GQ e reflete sobre seu estilo, priorizando o conforto aos 40 anos, enquanto destaca sua admiração pelo designer Jonathan Anderson. Ele relembra encontros inesperados e evoluções em seu guarda-roupa ao longo dos anos. Leia a tradução abaixo:

Jamie Dornan está em um ponto da vida em que, quando ele vê algo que gosta, é hora de ir com tudo. “Se eu encontrar uma calça que eu goste, muitas vezes compro algumas do mesmo modelo,” diz Dornan ao telefone antes do Met Gala 2024. “Porque, estando na casa dos 40, o que mais importa para mim é me sentir fisicamente confortável.”

“Clássico” e “seguro” são as palavras que o ator norte-irlandês usaria para descrever suas roupas masculinas. Mas nem sempre foi assim. No início dos anos 2000, Dornan estava em uma inauguração de loja da Asprey. Ele lembra que foi seu primeiro grande evento, e na época, apareceu com uma camisa listrada e uma gravata de couro com um zíper. “Não faço ideia de onde diabos encontrei aquela coisa. Certamente não a tenho mais. Lembro-me de ver as fotografias e pensar comigo mesmo: ‘nossa, não posso acreditar que isso é real'”. Ele solta uma grande risada.

Aquela combinação não era clássica, nem segura. Mas, segundo a estrela de “The Tourist”, você deve estar disposto a correr esses riscos quando é jovem. Porque, no fim das contas, você ainda está tentando descobrir quem é e quem quer se tornar. E antes de tudo isso, sua infância realmente desempenhou um papel importante em seu conhecimento sobre moda atual.

O rugby era algo muito importante para Dornan quando ele era criança. Costumava jogar pela escola, e sua família era amiga do renomado treinador e ex-jogador internacional da Irlanda, Willie Anderson. Dornan não conhecia muito bem a família Anderson. Mas já tinha ouvido falar algumas vezes do filho de Willie, Jonathan. Provavelmente você também já ouviu falar dele.

Avançando alguns anos, Dornan assinaria um contrato de modelo. Embora não estivesse muito interessado na ideia inicialmente, suas irmãs o convenceram. “Lembro-me da primeira vez que ouvi falar desse cara, JW Anderson, e me disseram que ele seria o próximo grande nome. E lembro-me de perceber que este era o mesmo JW Anderson que eu conhecia de casa (Irlanda). Foi louco. Você meio que conhece todo mundo de casa que está na indústria, mas nunca cruzamos os caminhos até uns 20 anos depois.”

“O que Jonathan fez com a Loewe é realmente notável, sabe?” diz Dornan pensativo. “Tem algumas coisas extravagantes, com certeza, mas também tem todas as coisas clássicas e atemporais. Para mim, a Loewe parece familiar, e com o Jonathan lá, é algo realmente legal. Até mesmo nos ajustes para o Met Gala, ouvir o sotaque norte-irlandês dele entre algumas pessoas realmente exóticas, me faz sentir muito orgulhoso, para ser honesto.” Para este Met Gala, é um traje clássico pela manhã que foi apropriadamente “Loewe-ado” (Customizado) com tecidos peludos.

Passaram-se cerca de duas décadas desde que ele tropeçou em camisas listradas e gravatas de couro. Nos dias de hoje, Dornan está totalmente voltado para camisas sólidas, chinos e tênis – todos em tons de azul-marinho e branco. Ele chama isso de “preppy” e fala sobre como definitivamente não é algo que ele se imaginaria usando no passado. Mas então ele para. Alguns segundos depois, ele diz: “As cores da minha escola eram azul-marinho e branco, então talvez eu tenha baseado todo o meu estilo nisso. Quem sabe?”

Confira os outtakes profissionais:

Home > PHOTOSHOOTS > 2024 >  BRITISH GQ 

Fonte: British GQ | Tradução: Jamie Dornan Brasil

Nesta segunda-feira (18), Jamie Dornan participou do programa estadunidense ‘The Kelly Clarkson Show’ para promover a segunda temporada da série ‘O Turista’, que está atualmente disponível na Netflix.

Durante sua participação descontraída, o ator compartilhou com a apresentadora Kelly Clarkson como foi gravar a segunda temporada em seu país natal, a Irlanda, desafiando-se fisicamente ao fazer suas próprias acrobacias e saindo de sua zona de conforto ao dançar diante das câmeras. Ele também compartilhou algumas de suas maiores obsessões. Assista à participação completa e legendada do ator no programa:

(PARTE 1)

(PARTE 2)

Confira as imagens promocionais:

Home > Programas de TV e Radio > 2024 >  18.03 – THE KELLY CLARKSON 

Jamie Dornan é destaque na nova edição masculina de primavera da revista C California Style, onde além de um ensaio fotográfico maravilhoso, ele compartilha sua trajetória em uma entrevista. Leia abaixo a tradução:

Jamie Dornan está se divertindo muito. A segunda temporada de seu programa repleto de ação, O Turista, está disponível na Netflix, e ele e sua esposa, Amelia, acabaram de fazer uma pequena viagem para Nova York, sem as filhas, pela primeira vez em muito tempo. “Mamãe e papai curtindo a cidade”, diz Dornan, rindo. Ele tira sarro de si mesmo por se tornar um daqueles “tipos” – tranquilo, de maneiras suaves, até mesmo de meia-idade – que, em um encontro com sua esposa no The Polo Bar, em meio a todo o “brilho e decadência”, tirou um baralho de cartas para jogar antes de ir para casa em um horário muito razoável.

É um pouco diferente de quando Dornan vinha para Nova York em seus vinte e poucos anos, ele diz, quando era um dos modelos masculinos mais procurados do mundo, liderando campanhas para Dior e Calvin Klein e formando um “casal famoso” com Keira Knightley. “Nos meus 20 anos e início dos 30, eu ainda estava muito ativo até a 1h da manhã”, diz ele com um sorriso. “Agora isso é muito raro. Agora sou um grande praticante de golfe.”

A cobiça, no entanto, não mudou. Dornan recentemente estrelou na campanha de primavera da Loewe, e julgando pela sede desenfreada em resposta às imagens dele relaxando em uma camisola de tricô oversized (sem mencionar os vídeos dos bastidores postados pelo diretor criativo da marca, Jonathan Anderson), ele continua sendo um símbolo sexual de elite. “Ele é minha paixão de celebridade número um”, uma amiga me mandou mensagem em resposta a uma selfie que postei após a entrevista com Dornan, antes de receber mais um bilhão de mensagens dizendo o mesmo.

Mas para alguém que passou seus anos formativos sob um holofote tão sexualizado, Dornan não parece ter vinculado sua identidade a isso. Nem parece ter desenvolvido qualquer apetite pelo olhar. “Foi bom para mim”, ele diz sobre sua carreira de modelo. “Eu vi isso como uma oportunidade de me divertir, de me divertir com meus amigos e aproveitar estar nos meus 20 anos na maior cidade do mundo. Mas eu não amava o processo, e ainda não gosto do ato de ser fotografado. Acho muito exposto ter uma fotografia tirada. Não há nada para se esconder atrás.”

Atuar é diferente, diz ele. Interpretar um personagem é diferente. Quando está atuando, “geralmente há um sotaque engraçado que você está fazendo ou uma fisicalidade ou algo para se esconder atrás. Você tem palavras que precisa dizer. Então não é tão vulnerável quanto ser apenas você, tentando expressar seu próprio eu”.

Há uma leve garoa sobre o Central Park quando nos encontramos para conversar, e Dornan caminha usando a haste enrolada de um guarda-chuva para praticar seu movimento de tacada de golfe. Há uma espécie de vivacidade brilhante nele, uma energia alegre de Golden Retriever – ou a admiração de uma criança particularmente feliz, como Dornan diz que era. Nascido em 1982 no Condado de Down, Irlanda do Norte, ele cresceu em Belfast. Ele descreve seu pai – um obstetra que entregou bebês tanto protestantes quanto católicos durante o período mais dividido do país – como a pessoa mais otimista imaginável.

Ao longo da nossa tarde, ele fala sobre o apoio, incentivo e carinho que recebeu de seus pais e duas irmãs mais velhas. Em entrevistas passadas, ele falou extensamente sobre o peso de perder sua mãe para o câncer no início da adolescência (e então perder quatro de seus amigos mais próximos em um acidente de carro logo em seguida), mas sempre como uma maneira de descrever a ternura de sua família e descrever a visão de mundo e capacidade de alegria que eles proporcionaram a ele. Ele está cheio de emoção e orgulho ao falar sobre seu pai, que faleceu logo quando Dornan começou a trabalhar no filme semi-autobiográfico de Kenneth Branagh, Belfast. Dornan, que interpreta uma versão do pai de Branagh, recebeu uma indicação ao Globo de Ouro pelo papel. “Ele teria adorado”, diz Dornan sobre seu pai.

Em “O Turista”, Dornan está em uma vibe completamente diferente, interpretando um homem sofrendo de amnésia que caiu na Terra no deserto australiano. Em muitos aspectos, é o papel principal mais clássico que Dornan já desempenhou. Seu personagem é um solucionador de problemas heróico e encantadoramente propenso a acidentes, com a inteligência inata de um super espião, mas uma memória irregular da cultura pop (ele sabe o que são sombreros, mas não as Spice Girls). Ele meio que sabe dirigir, mas não sabe que comida mexicana gosta. Ele dá conselhos de relacionamento astutos, mas não sabe (até saber) que gosta de ser sufocado durante o sexo. O programa, que foi o número um na Netflix ao ser lançado e o programa mais assistido no Reino Unido no ano passado, é muito divertido. Grande parte dessa diversão é assistir o personagem de Dornan redescobrir, por tentativa e erro, quem ele é através do que ele gosta. “Será que eu gosto de álcool?” ele se pergunta. Oh sim, ele descobre, e então se preocupa: “Será que talvez eu goste demais?” Na segunda temporada, “O Turista” traz seu personagem de volta para a Irlanda em busca de mais revelações sobre sua identidade, e o coloca bem no meio de uma rixa tipo Hatfield-and-McCoy de gerações. A confusão está garantida.

Brincando com a ideia de auto-descoberta do programa, é divertido pensar em voz alta com Dornan sobre como descobrir quem somos, determinar o que gostamos e considerar outras versões de nós mesmos. Crescendo em Belfast, Dornan jogava rúgbi, e além da diversão libertadora que sentia ao interpretar personagens, brincar no campo com seus amigos era a sua coisa favorita de todas.
Se suas irmãs não o tivessem convencido a aparecer em um reality show sobre novos modelos, e se ele não tivesse então se tornado um dos rostos mais famosos da moda, e se ele não tivesse feito sua estreia como ator no filme “Marie Antoinette” de Sofia Coppola – se ele não tivesse feito uma vida brincando de se vestir e fazer de conta – Dornan diz que provavelmente estaria igualmente feliz e realizado trabalhando na redação de notícias esportivas local em Belfast.

“Quando eu era mais jovem, provavelmente só conseguia imaginar uma vida relacionada ao esporte”, diz ele. “Provavelmente eu não era bom o suficiente para jogar qualquer esporte profissionalmente, mas eu me dava bem em vários esportes. Eu era o garoto que assistiu a Jerry Maguire [o filme de 1996 estrelado por Tom Cruise] e quis ser ele. Eu achava que ser um agente esportivo manteria você perto da empolgação, do drama e da intensidade disso. Acabei bem longe disso.”

Principalmente, ele atribui ao drama da BBC de 2013, The Fall, como o momento decisivo de sua vida. “Isso mudou minha vida”, diz ele. Nas três temporadas, ambientadas em Belfast, Dornan interpreta um assassino em série sombrio em uma espécie de dança contemplativa com uma oficial investigadora interpretada por Gillian Anderson. Ele é fenomenal – tão bom e sedutor que fez todo sentido quando a artista e cineasta Sam Taylor Wood o escolheu como o objeto de desejo da série de romance Christian Grey em 50 Tons de Cinza, um filme tão comercialmente bem-sucedido que Dornan e a co-estrela Dakota Johnson fizeram duas sequências.

Quando brinquei perguntando se Dornan ainda consegue realizar o exercício de cavalo com alças que ele faz em 50 Tons, voltamos aos esportes como metáfora para a atuação. “Há muitos paralelos – o risco envolvido em fazer um filme, se expor dessa forma, e o processo de se preparar para entrar em cena”

Quando ele deixa Nova York, Dornan está se preparando intensamente para seu próximo projeto, algo sobre o qual ele não pode revelar detalhes. Conforme ele observa seu calendário se enchendo para o futuro próximo, ele reconhece mais semelhanças entre o atleta e o ator dentro dele. Assim como nos esportes, ele diz, grande parte da vida, identidade e essência de um ator estão envolvidas na ação, e o tempo está sempre passando.

“Acho que fico um pouco perdido se não sei o que farei a seguir”, diz ele. Com um projeto, “você tem algo para construir, não é? E isso te dá uma estrutura. E há tanto sobre esse trabalho que eu amo – tanto sobre a liberdade e o desconhecido, a excitação de não saber o que vem a seguir. Acabei de ter oito meses de folga, o que é o maior período que já tive em 20 anos, e tem sido incrível. Tenho levado as crianças para a escola todos os dias. Fiz várias viagens com a família. Mas não consigo dizer em qual continente passarei o ano de 2025. Isso é loucura!”

Com muita agitação na temporada de premiações em torno de atores e contadores de histórias irlandeses neste ano (incluindo seus amigos Cillian Murphy e Andrew Scott), Dornan fala sobre seu orgulho na onda crescente que beneficia a todos. “Algo que talvez tenhamos ajudado a iniciar com Belfast”, diz ele. Não que ele esteja se vangloriando. Se algo, Dornan parece profundamente lúcido sobre sua vida, trabalho e trajetória de carreira.

“Muitos atores dizem que cada trabalho pode ser o último”, diz ele. “E poderia ser, é claro, mas também estou ciente de que estou em uma boa fase no momento. Nos últimos três, quatro, cinco – 12 anos, na verdade – tenho estado em um bom lugar. Estou fazendo muito bom trabalho. Cada um é um sucesso estrondoso ou um sucesso crítico? Não, mas ninguém tem isso. Mas tenho sido consistentemente empregado, o que é ótimo.”

Ele continua: “E tenho um milhão de coisas que sei que me manterão empregado nos próximos anos. Depois, quem sabe? Talvez alguém puxe o tapete e pare, mas estou ciente de que as coisas estão boas e isso me conforta. Mas isso significa que você não pode se animar? Você é indicado para um Globo de Ouro e, de repente — sou uma pessoa muito competitiva — você pensa, ‘Não, dane-se isso, talvez eu queira ganhar um Oscar’. Mas se você é impulsionado por isso, está ferrado. Acho que sempre [pensei na minha carreira de ator] como quando eu era modelo. Vejo isso como um trabalho e não coloco mais pressão além do fato de que está indo bem, estou pagando a hipoteca, estou cuidando das crianças. E nós temos uma vida ótima.”

Em maio, Dornan completará seus sábios 42 anos e (muito para meu desapontamento) permanece totalmente tranquilo em relação a qualquer tipo de dieta ou rotina de exercícios — ele simplesmente continua com essa aparência. “Boa genética, talvez?” ele pergunta com um encolher de ombros e um sorriso. “Coloque desta forma,” ele diz, “quando eu era o rosto e corpo da roupa íntima Calvin Klein, não frequentava a academia por meses. Na minha juventude, posso dizer que não fui à academia uma vez sequer. Isso funcionou por muito tempo, e não é como se agora de repente eu fosse me privar de carboidratos ou algo assim.”

O que quer que ele esteja fazendo claramente está funcionando. E – ao contrário de seu personagem em “O Turista” – Dornan descobriu quem ele é e do que gosta. Na maioria das vezes, é fazer suas três filhas rirem. “Eu amo isso”, diz ele. “Eu sou muito bobo com elas. Posso ser realmente bobo.”

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Fonte: C Magazine | Tradução: JDBR

Jamie Dornan fez uma participação especial nesta sexta-feira, (15), em mais um ano do Red Nose Day (O dia do Nariz Vermelho), um evento beneficente promovido pela Comic Relief que acontece todos os anos com o objetivo de arrecadar fundos para ajudar pessoas em situações de vulnerabilidade no Reino Unido e ao redor do mundo.

O ator foi destaque durante a programação do evento ao participar do quadro ‘Mastermind’, como seu personagem ‘Elliot Stanley’ de ‘O Turista’, tentando responder às perguntas sem ter a menor ideia de como fazê-lo.

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Créditos: Comic Relief | Texto: Jamie Dornan Brasil

Jamie Dornan e Mackenzie Davis estrelarão a nova série criminal da Netflix intitulada “The Undertow”, baseada na série de televisão “Twin”, da Nordisk Film Production AS, criada por Kristoffer Metcalfe.

Na trama, Jamie Dornan interpretará os gêmeos Adam e Lee, enquanto Mackenzie será Nicola, presa em um casamento sem amor com Adam (Dornan). Sua vida dá uma reviravolta dramática quando o irmão gêmeo idêntico de Adam, Lee (Dornan), volta para sua vida, e seu passado ameaça destruir o presente. Uma decisão num instante e um terrível acidente levam Nicola a proteger seus filhos e, ao longo de uma semana, ela e Lee são forçados a ficarem juntos, lutando para manter uma teia de segredos e mentiras. Embora não possam ignorar os sentimentos um pelo outro, ambos sabem que estão vivendo com tempo contado.

Além dos protagonistas, o elenco também inclui Iain de Caestecker (“The Winter King”, “Agents of S.H.I.E.L.D.”) e Gary Lewis (“Vigil”, “Gang of New York”).

As gravações serão feitas nas Terras Altas e Ilhas da Escócia ainda este ano e até o momento desta publicação não há informações sobre sua data de estreia.

Mais uma vez, Jamie Dornan além de estrelar será um dos produtores executivos da série.

Fonte: Variety | Adaptação: Jamie Dornan Brasil

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