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Sejam bem vindos ao Jamie Dornan Brasil, sua principal fonte de notícias sobre o ator Jamie Dornan – mais conhecido pel oseu papel de Grey, em Cinquenta Tons de Cinza – no país. Aqui você encontrara informações sobre seus últimos projetos, entrevistas traduzidos, uma galeria refleta de fotos e muito mais. Não somos o Jamie e não possuímos qualquer contato com o mesmo. Não temos contato com seu agente, amigos ou familiares. Site de fãs para fãs, sem fins lucrativos. Todo o conteúdo encontrato neste site pertence ao JDBR até que seja mostrado ao contrário. Aproveite todo o conteudo disponível e volte sempre!

Como alguns de vocês sabem, ontem (01/12) aconteceu a primeira exibição de Wild Mountain Thyme, filme que Jamie Dornan interpreta o irlandês Anthony Reilly. Eu (Thiciane) tive a incrível experiência de assistir através do KCET Cinemas Series e a primeira coisa que tenho a dizer é: esse filme é uma preciosidade.

Sem dúvidas é um filme que mexe com suas emoções. Me peguei sorrindo, rindo e chorando em vários momentos. Eu senti que o trabalho de Shanley, diretor do filme, foi uma carta de amor, e não digo só romanticamente falando, mas uma carta de amor à Irlanda.

Anthony é um homem simples, único e ao mesmo tempo inseguro. Ele meio que já desistiu de si mesmo e se reencontra através da maravilhosa e incansável Rosemary, interpretada por Emily Blunt, que além de engraçada, é uma mulher forte e segura de si. Acho que Jamie trouxe muito de si para o personagem, principalmente no jeitinho suave do Anthony com seu pai e seu amor incondicional pela mãe. Acredito que parte da sua vida no campo também ajudou muito no desenvolvimento do personagem, principalmente na hora de gravar/lidar com animais.

Pausa para dizer que me diverti MUITO com as quedas do Anthony…

Eu, particularmente, sou apaixonada pela Irlanda e assistir a devoção dos personagens pela Ilha Esmeralda me deixou com o coração quentinho. Fora que a fotografia estava linda. Os campos verdes, a casa da Rose com a porta coloridinha… Os detalhes que fizeram toda a diferença.

E por falar em toda a diferença: Amelia Warner entregou uma trilha sonora que me arrepiou desde o primeiro minuto, tudo se encaixava perfeitamente. Quase em todas as cenas eu estava arrepiada! Não tenho nem como dizer a vocês o quão LINDA é a canção que ela escreveu com o Shanley, simplesmente de tirar o fôlego, ainda mais na voz de Sinéad O’Connor.

Não quero falar muito e acabar soltando algo que possa estragar qualquer pedacinho da experiência linda que é esse filme, portanto eu vou finalizar essa review com um último comentário: Jamie Dornan cantando Wild Mountain Thyme é TUDO! A voz tão doce, tão gostosinha de ouvir. Me peguei com saudades de Sons of Jim e confesso que quando terminei de assistir, corri para o YouTube pra ouvir When I Go.

É isso, eu amei e assisti duas vezes (e se pudesse assistia mais uma). Espero que vocês possam assistir essa belezura logo e mal posso esperar para saber a opinião de vocês,

Thiciane. x


Nos acostumamos com tanta frequência a associar Jamie Dornan a Christian Grey que, às vezes, achamos difícil pensar nele como algo que não aquele personagem. Mas, desde seu conde Axel de Fersen em ‘Maria Antonieta’, de que estaremos falando nesta entrevista, até seu último filme, ‘Wild Mountain Thyme’, em que divide um pôster com a atriz Emily Blunt, o irlandês conseguiu construir uma filmografia da mais variada, uma carreira que vai muito além do clichê e de seu famoso sedutor dos ’50 tons de cinza ‘. Jamie conseguiu desenvolver um discurso próprio que rompe com o estereótipo sexualizado que muitos queriam atribuir a ele.

Essa imagem de um ícone sexual, pouco ou nada tem a ver com a pessoa calorosa e familiar que Vanitatis encontrou nesta entrevista: um homem de 38 anos com senso de humor, eloquente em suas respostas e com uma capacidade inata de esquivar-se das bobagens típicas do universo das celebridades. O ator é mais uma vez embaixador do perfume Hugo Boss The Scent, e por isso nos concedeu uma entrevista em que, mais que um irresistível homem bonito, encontramos um homem de família inteiro (ele tem três filhas em resultado de seu casamento com o compositora Amelia Warner) um artista que tem subido, passo a passo, os degraus de uma vida profissional da qual está muito orgulhoso.

Vanitatis: Qual é a sensação de ser uma imagem de referência para muitos homens ao redor do mundo?

Jamie: Assustado? (risos) Não sei, é uma daquelas coisas que tento não pensar muito. Eu ficaria louco se concordasse em ser um símbolo como você diz. Acho que só tenho que reconhecer que algumas pessoas pensam isso de mim. Agradeço, acho legal que muitos homens me vejam assim. Eu aceito, mas também não penso muito nisso.

Vanitatis: O que é Hugo Boss para você?

Jamie: Eu acho que é alguém que se sente confortável consigo, tem confiança, poder de sedução e masculinidade. São coisas que às vezes vejo em mim mesmo (risos), mas todos temos dias em que não nos sentimos seguros sobre nós mesmos. Acho que quando falo sobre essa campanha, sinto esse tipo de segurança.

Vanitatis: Jamie Dornan tem alguma rotina da beleza?

Jamie: Não faço muito para cuidar de mim mesmo. Tenho três meninas com menos de sete anos na família, e minha esposa e eu nos dedicamos a elas todas as manhãs para fazer com que elas se levantem, se lavem, comam e vão à escola. Toda a minha energia matinal vai para elas. Para ser sincero, mesmo antes de ter filhas, nunca fui muito bom em cuidar de mim mesmo. Eu sou péssimo em fazer dieta, por exemplo, mas recentemente, antes de fazer meu último filme, eu estava tentando proteger minha pele do sol, se foi um dia ensolarado ou não, debaixo dos meus olhos, no meu nariz, nas minhas bochechas. Isso vai me ajudar? Não sei.

Vanitatis: Além de ator, deu seus primeiros passos como modelo e como cantor. Se você tivesse que escolher entre as três profissões, qual você escolheria?

Jamie: Acho que já fiz isso, que já escolhi. Nunca quis ser modelo. Para ser sincero, nunca gostei muito. Sempre vi isso como uma forma de fazer outras coisas, não necessariamente atuar, mas tinha certeza que estava ali para acabar me dedicando a outra coisa. Além desta grande colaboração com a Hugo Boss, da qual tenho muito orgulho de fazer parte há três anos, já se passaram dez anos desde que deixei o mundo da moda. Olhando para trás, me sinto muito feliz por ter conseguido uma carreira como ator, algo que me mantém muito ocupado, mas é a minha paixão e eu cresço com ela a cada dia.

Vanitatis: Pensa o mesmo da Música?

Jamie: Eu também nunca quis me dedicar à música. Quando eu era modelo, tinha muito tempo livre e a música era uma forma de preencher esse tempo. Mas isso foi nos meus vinte anos, então há algo muito distante no meu passado. Agora estou muito feliz focado em ser um ator mais do que qualquer outra coisa.

Vanitis: Qual é o seu grande desafio como ator?

Jamie: Meu objetivo é continuar trabalhando. Este é um jogo imprevisível. A beleza de tudo isso é o desconhecido e isso é algo que eu gosto. Gosto de não saber o que te espera ao virar da esquina. Sinto-me com sorte, os atores vivem uma vida ótima e no meu caso também me permite dar uma vida esplêndida para minha família. Posso ganhar dinheiro de mil maneiras fazendo o que gosto, material que importa para mim e me motiva, e acho que nos últimos anos fiz isso. É apenas o que quero continuar fazendo.

Vanitatis: Olhando para trás, lembramos seu trabalho em inesperados filmes, como “Maria Antonieta” de Sofia Coppola. Como você experimentou aquela filmagem?

Jamie: Eu tinha 22 ou 23 anos. Esse foi meu primeiro trabalho e meu primeiro casting. Nem se quer tinha agente na época, só fui fazer um teste e de repente lá estava eu ​​trabalhando com Sofia, que acabara de ganhar um Oscar por ‘Perdidos na tradução’, atuando em um filme produzido pela Sony, com muitos atores incríveis. Foi muito louco. Creio que não era plenamente consciente do que estava fazendo (risos). Lembro-me de como corríamos o tempo todo por Versalhes. Estou muito orgulhoso desse trabalho, embora gostaria de ter feito mais do que fiz. Ainda tenho amigos que conheci naquele filme, ainda mantenho contato com Rose Byrne e outras pessoas da equipe, embora tenham passado ..Quantos? Quinze anos desde que filmamos? Estou muito grato por ter sido meu primeiro trabalho e por fazer parte de um filme como esse. Admiro muito a Sofia (nos contou que vai ver o seu novo filme nessa semana).

Vanitatis: Existe um personagem dos seus sonhos?

Jamie: Não acho que devo pensar nisso como ator. Você não pode dizer que quero ser esse personagem em um romance ou trabalhar com esse diretor, porque a realidade é que isso pode nunca acontecer. Como eu disse a você, tenho feito alguns deles recentemente e me sinto muito conectado. Me sinto muito sortudo com o que consegui fazer e gostaria de continuar incorporando personagens de todos os tipos.

Vanitatis: Imagine que existisse uma máquina do tempo e você pudesse viajar no tempo para se aconselhar. Qual seria?

Jamie: Eu não sei se me daria um conselho (risos), mas se desse, me daria aquele que meu pai e amigos felizmente me deram: “Não se esqueça de onde você é, não se esqueça dos seus amigos, daquele grupo de amigos você tem por uma vida inteira”. Tenho a sorte de ter pessoas normais, embora se interessem pelo meu trabalho, não se deixam levar por essa ideia ridícula de sucesso hollywoodiano. Tenho a sorte de continuar a ter esse mesmo grupo de pessoas em minha vida e de manter os pés no chão.

Fonte: Vanitatis, novembro 2020.

https://www.vanitatis.elconfidencial.com/estilo/belleza/2020-11-29/jamie-dornan-entrevista-rutina-belleza-hijas-christian-grey-hugo-boss_2850600/


Em recente entrevista à revista Variety, Jamie falou sobre as críticas que recebeu por Cinquenta Tons, seu mais novo filme ‘Wild Mountain Thyme‘, projetos futuros e sua família.

Jamie Dornan estava em lockdown com a sua família quando recebeu uma carta de uma fã que era mais do que um pouco assustadora. A estrela dos filmes de Cinquenta Tons de Cinza recebeu “uma colagem de fotos de uma criança”, com uma nota sobre seu papel mais famoso.

“Alguém dizendo que era meu filho, e que minha esposa deveria saber que tenho um filho de 7 anos”, disse Dornan, de 38 anos, durante uma chamada no Zoom. Ele franze o cenho para absorver a esquisitice dessa alegação. “Acho que eles estavam tentando dizer que a criança era minha com a Dakota Johnson, e tivemos esse bebê enquanto fazíamos o primeiro filme de Cinquenta Tons, diz Dornan. “Digamos que isso despertou nosso interesse. Foi um pouquinho assustador.”

Jamie aprendeu tudo sobre coisas estranhas quando interpretou Christian Grey, o empresário sexualmente aventureiro baseado nos livros de E.L. James que se tornaram um fenômeno cultural. O primeiro filme Cinquenta Tons de Cinza, lançado em 2015, transformou Dornan de um ator (mais conhecido pela série de TV da BBC The Fall, em que interpretou um serial killer) em uma estrela de cinema. Em seguida, vieram duas sequências, concluídas em 2018 com o extravagante Cinquenta Tons de Liberdade, ambientado nos dias de recém-casados do relacionamento de Christian e Anastasia. As críticas sarcásticas não impediram os fãs de irem aos cinemas: no geral, a trilogia arrecadou $1,3 bilhão de dólares na bilheteria mundial para Universal Pictures.

Desde então, Dornan deu uma giro em sua carreira. Além de um papel de coadjuvante em Robin Hood em 2018, o ator irlandês não ficou em torno de grandes materiais (trabalhos) de estúdios. “Eu amo a energia de filmes independentes”, diz Dornan. “Eu amo esse tipo de energia extravasada, brincadeiras, correr-para-finalizar-suas-falas todos os dias, e você pode tomar liberdades e todos estão juntos nisso.” Ele aprecia especialmente o companheirismo com a equipe em um pequeno set. “Ninguém está recebendo (salários altos) que custumam receber e temos que fazer isso funcionar”, diz ele. “Mostra o que há de melhor nas pessoas.


Dois anos atrás, Dornan recebeu críticas brillhantes por A Private War, interpretando o fotógrafo da vida real Paul Conroy, correspondente de guerra de Marie Colvie, interpretada por Rosamund Pike. Seus outros papéis recentes foram uma série de personagens: o jornalista Danny Tate no filme da HBO My Dinner With Hervé, um escritor na semi-improvisação de Drake Doremus Endings, Beginnings e um paramédico em Synchronic, thriller de ficção científica agora em VOD (vídeo sob demanda online).

Dornan parece estar no mesmo caminho percorrido por Robert Pattinson e Kristen Stewart, que experimentaram indies após o enorme sucesso de Twilight (no qual Fifty Shades é vagamente baseado) antes de finalmente retornar aos filmes convencionais. “Rob é um amigo meu, e não tenho nada além de respeito por ele a maneira como ele fez aquilo, arrasando em um filme de David Cronenberg (Cosmopolis) e fazendo todas essas coisas realmente obscuras”, diz Dornan, embora esteja aberto a retornar aos sucessos de bilheteria no futuro: “Se houver uma oportunidade de mostrar o que posso fazer em um mundo diferente, em uma franquia que tem um público diferente de ‘Fifty Shades’, então eu seria louco se não considerasse isso.”

A primeira estreia de verdade de Dornan em uma comédia, Barb e Star Go to Vista Del Mar, deveria acontecer nos cinemas no verão passado, mas a Lionsgate adiou até julho de 2021 devido ao COVID-19. Na comédia, Jamie muda de forma (pense em Jon Hamm em Bridesmaids) para retratar um misterioso hóspede do hotel que se envolve com melhores amigas de férias Kristen Wiig e Annie Mumolo. “Essas duas juntas têm uma força inacreditável”, diz Dornan, que filmou em Cancun, no México. “Eu queria fazer comédia por um tempo. E então eu fiz ‘The Fall’ e interpretei um psicopata, e você não está na lista das pessoas para a comédia se interpretou um personagem como esse.”

Por enquanto, o lado mais leve de Dornan pode ser visto na história de amor Wild Mountain Thyme, que estreia nos cinemas e plataformas digitais em 11 de dezembro. “É como uma injeção de alegria nas veias”, diz Dornan.

O lançamento da Bleecker Street é baseado em uma peça que o diretor John Patrick Shanley escreveu sobre sua própria família irlandesa. O personagem de Dornan, Anthony, é um filho esquisito que não retribui os flertes de sua vizinha, obviamente perfeita para ele, Rosemary (Emily Blunt). Enquanto isso, seu pai, Tony (Christopher Walken), ameaça deixar a fazenda da família para um sobrinho americano (Jon Hamm).

John Shanley ofereceu o papel a Jamie sem pedir uma audição. “Comecei do ponto de vista ‘Eu quero um protagonista romântico, sombrio e de poucas palavras’”, diz Shanley. “Ao observar a variedade de atores internacionais britânicos, não consegui encontrar ninguém que se encaixasse tão bem quanto Jamie.” Shanley ri antes de acrescentar: “Ele já é meio que considerado como estando conectado com o romance – talvez mais tenebroso do que eu ia fazer”.

O filme, que custou 5,5 milhões de dólares, levou mais de dois anos para ser financiado. Parece uma volta no tempo aos indies leves e alegres dos anos 90, que vendiam ingressos boa parte pelo boca a boca. Quanto à noção de que o público veria o filme em um cinema agora, Shanley aconselha cautela: “Quero que todos estejam bem. Acho que estamos prestes a entrar em um pesadelo de banho de sangue absoluto em nível nacional. Você não deve assistí-lo olhando por cima do ombro, perguntando: ‘Estou contraindo uma doença grave para ver o filme?’”

Wild Mountain Thyme, diz ele, dá para se assistir maravilhosamente bem em uma TV de tela grande. O filme, é uma carta de amor à Irlanda, foi filmado durante cinco semanas na pequena cidade de Ballina, no oeste do país, onde os moradores colocaram pôsteres de boas-vindas ao elenco. “O que é interessante em filmar na Irlanda rural, onde estávamos, é como se estivéssemos em outra época”, diz Dornan. “É sobre as coisas simples e viver fora dessa fazenda, e isso é o foco principal do seu dia.”

Tanto Dornan quanto Blunt trabalharam com o treinador de dialeto Brendan Gunn, ouvindo áudios de pessoas da região. Jamie, que cresceu em Belfast, queria soar menos metropolitano, e é por isso que ele não fala com sua voz normal. Embora alguns no Twitter tenham ridicularizado os sotaques no trailer, Shanley diz que se os personagens soassem exatamente como seus parentes falavam, ninguém os entenderia. “É preciso tornar o sotaque mais acessível a um público global”, diz ele.

Enquanto eles se preparavam nos ensaios, Emily Blunt se sentiu conectada com a abordagem de Jamie para o personagem. “Havia uma verdadeira essência de Jamie e eu sermos almas gêmeas”, diz Blunt. “E eu acabei descobrindo que ele é totalmente charmoso nesse papel e tão disposto a parecer bobo, ser bobo e estar incrivelmente desconfortável em sua própria pele. Acho que todas essas qualidades são tão tocantes nesse personagem do Anthony.”

Jamie diz que Anthony permitiu que ele explorasse uma parte de si mesmo que não havia canalizado na tela antes. “Vamos ser honestos: Anthony provavelmente está no espectro (autismo) de alguma forma”, diz Dornan. “Ele é diferente de qualquer pessoa que eu já interprerei, mas ele tem inseguranças, estranhezas e peculiaridades que eu senti que definitivamente faziam parte de mim. Adorei a oportunidade de mostrar isso e realmente aumentar, valorizar e explorar minha própria estranheza, coisa que tenho bastante.”

Vivendo em uma fazenda no interior da Inglaterra com sua esposa, Amelia Warner (que compôs a música de Wild Mountain Thyme), suas três filhas (todas com menos de 7 anos) e uma variedade de animais: “um cavalo, cinco galinhas, três cabras, um cachorro e um gato”, afirma. “Enquanto olho para você, eu olho para duas de minhas cabras. E a luz está diminuindo, e elas estão olhando para mim como se eu fosse alimentá-las mais. Mas sim, estou a um milhão de quilômetros do letreiro de Hollywood.”

Jamie nunca adotou realmente o estilo de vida de uma estrela de cinema, a noção de se sentir confortável com os holofotes ou de tentar bater papo com estranhos em uma festa da indústria. “Acho que muitos de nós ocultamos aspectos de nós mesmos, especialmente em Hollywood, e como essas interações são forçadas”, diz Dornan. “É um show, e todos estão se mostrando e tentando dar sua melhor versão de si mesmos, e você está tentando mostrar a todos o sucesso o tempo todo. É meio exaustivo.”

Ele é cuidadoso ao falar sobre Cinquenta Tons de Cinza . Ele respeita a franquia que o tornou uma estrela, embora reconheça que os filmes não eram para todos. “Quero tentar fazer o máximo de trabalho possível, um trabalho diversificado e interessante”, diz ele. “Provavelmente, sou mais famoso por uma franquia de sucesso monstruoso que não foi muito apreciada. É uma coisa estranha entrar nesses filmes sabendo que você vai estar em uma franquia que provavelmente vai ganhar muito dinheiro e terá uma crítica negativa, porque aqueles livros ganharam muito dinheiro e foram realmente avaliados negativamente.”

Embora Jamie diga que geralmente não lê reviews sobre ele mesmo, ele não se conteve em 2015. “Passei por uma fase ruim com ‘Cinquenta Tons’ de ler algumas críticas realmente ruins, mas acabei as achando engraçadas e me deixei levar ”, diz ele. “Uma delas era ‘Jamie Dornan tem o carisma de um mingau de aveia’, que – para algumas pessoas que gostam de mingau de aveia, eu achei que foi um pouco rude. Lembro que isso ficou comigo, e também não discordo totalmente disso.”

Quando ele se aposentou do famoso Quarto Vermelho de Christian, “Eu estava pronto para seguir em frente com este capítulo louco da minha vida”, admite Dornan. “Não importa quem eu interpretei, eu acho que não gostaria de interpretar um personagem em muitas, muitas sequencias de filmes. Acho que me tornaria muito entediado com isso.”

Quando ele conta como conheceu sua esposa, ele soa menos como Christian e mais como Anthony de Wild Mountain Thyme. Dornan alcançou sucesso como modelo em seus 20 e poucos anos, e então conseguiu seu primeiro papel no cinema em Maria Antonieta de Sofia Coppola, que o levou a ser descrito no The New York Times com a manchete de “The Golden Torso“ (O Torso de Ouro). Relembra Dornan: “Eu pensei,‘ Que porra é essa? ’E ainda penso ‘Que porra é essa?’, 14 anos depois. Eu nunca entendi muito bem o que significava.”

Como ele continuou a seguir a carreira de ator, ele morou em Los Angeles, fazendo testes para a temporada de séries pilotos. Uma noite em 2010, junto com seu amigo Eddie Redmayne, ele se viu em um bar de karaokê em Koreatown, onde ouviu o nome de Amelia – ela era uma atriz que ele havia esbarrado antes. “Alguém com quem eu estava cantando karaokê disse que ela estava em uma festa em Hollywood Hills, e se eu queria ir? E eu larguei a porra do microfone e corri para Hollywood Hills.”

Ele soube imediatamente que se casaria com ela. “Eu estava apenas conversando com ela e pensei, sim. É isso. E sim, foi uma coisa muito estranha.” Ambos descobriram que iriam para Londres no dia seguinte e – como o destino queria – que estavam com reserva para o mesmo vôo. “Sentamos lado a lado no avião”, diz Dornan, que atribui seu sucesso profissional ao fato de ter se apaixonado. “Comecei a me preocupar com o trabalho de verdade”, diz ele. “E um ano depois de conhecer minha esposa, fiz The Fall e minha vida mudou para sempre. Comecei a levar isso muito mais a sério, e tudo graças a ela.”

Jamie tem estado ocupado durante esse período de quarentena. Ele escreveu seu primeiro roteiro com um amigo, sobre o qual tem o cuidado de não compartilhar muitos detalhes. “Estou envolvido nisso”, diz ele. “Mas eu não serei a estrela nele (projeto). Aqui para torcida para que consigamos.”

Ele também terminou recentemente o filme autobiográfico do ano de 1960 de Kenneth Branagh, Belfast, que foi gravado na Irlanda e na Inglaterra sob os protocolos de cuidado do COVID-19. “Nos primeiros dias, eu pensei, ‘Que loucura. Eu ainda não vi o rosto de Kenneth Branagh. São máscaras, e é estranho, mas depois é incrível como você se adapta rapidamente.” Em sua carreira, Jamie Dornan está mostrando exatamente como fazer isso.

Fonte: Variety, publicado em Novembro 2020.
https://variety.com/2020/film/features/jamie-dornan-wild-mountain-thyme-1234839296/


Jamie Dornan e Anthony Mackie entraram de cabeça em uma alucinnante viagem no tempo em seu último filme Synchronic, entretanto foi mais além de brincadeiras e diversão para esses grandes parceiros de tela.

A dupla estrela como paramédicos da base de New Orleans, como Dennis (Dornan) e Steve (Mackie), quem descobre destroços daqueles que morreram diante de horríveis e mistériosas circunstâncias. No clipe exclusivo do filme lançado pela EW, a dupla chega ao cenário de um parque de diversões onde um corpo entrou em combustão espontânea. De acordo com as evidências, o que liga essas vítimas umas às outras é uma nova droga projetada chamada Synchronic.

Dornan e Mackie sentaram com o EW para explicar como foi cair naquele buraco de coelho, se eles mesmos estariam aptos ou não a provar a droga, e a experiência de gravar na cidade natal de Mackie.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Jamie, os personagens de Dennis e Steve vão em uma aventura selvagem juntos. Dito isso, o que os fãs podem esperar deles nesse filme?

JAMIE DORNAN: Dennis e Steve são esses dois caras jovens e paramédicos atraentes em New Orleans que passam por esse designer de drogas que está tendo um efeito devastador em pessoas jovens. Eles acabam diretamente ligados a causa e o dito efeito da droga e eles vão nessa jornada alucinante para encontrar o que eles precisam descobrir a fim de limpar a cidade dessa droga.

A droga transporta os usuários para vários pontos no tempo. Anthony, nos conte sobre as aventuras de Steve.

ANTHONY MACKIE: Ele volta no tempo e visita um antigo conquistador e ele também volta na era do gelo. Haviam muitos níveis interessantes a cada momento que ele ingeria a pílula e voltava para o passado. Eu gosto que os diretores Justin [Benson] e Aaron [Moorhead] não deixaram que isso influenciasse em seu presente. Quando ele visitava o passado e retornava para o presente, ele percebia como aquele momento foi valioso. Sentado aqui entrevista com você e Jamie, com cada um tendo de diferentes complexos e apectos, mostra o quão precioso é o presente. Issi é algo que eu sinto que eles acertaram em cheio nesse filme.

Anthony, gravar Synchronic na sua cidade natal foi especialmente extra para você?

MACKIE: Foi um desastre gravar lá. [Risos] New Orleans pra mim é uma cidade muito voltada para a família, então se algum de seus primos aparecem, você não pode dizer a ele para ir para casa porque você está gravando um filme. E você sabe que ele vai parar ali e trazer com ele o grill do churrasco, depois ele vai dizer a todos onde ele estava. Houveram tantas vezes que eu estava em set gravando onde tinha um primo, ou um amigo de escola que aparecia. Era hilário! Veja, New Orleans é uma das melhores cidades quando se trata de filmagem, porque você pode literalmente conseguir qualquer tipo de experiência que precisaria. Justin e Aaron fizeram um ótimo trabalho de escolher locações que mostram a dualidade da cidade dos pontos altos aos baixos. Estou orgulhoso de termos gravado lá.

Jamie, você foi convidado para os churrascos? Anthony te mostrou a cidade?

MACKIE: Não! Quando chegávamos na cidade ele ficava com medo!

DORNAN: Não, isso não é verdade! Houve muitas visitas a cassinos. Lembra Anthony quando você me apresentou ao jogo de dados? Eu lembro jogar o jogo e era tão fácil, as pessoas continuavam a me dar fichas. Eu continuei ganhando e eu não entendia como. Eu já estive em New Orleans antes por umas duas noites, mas eu estave afoito para gravar algo lá. É um daqueles lugares onde as pessoas falam com uma alegria fervorosa. Eu amei muito, as pessoas e a energia de lá.

Se uma droga como Synchronic estivesse disponível na realidade, algum de vocês tentariam provar?

DORNAN: Eu provaria 100%. Se fosse pra ter os efeitos como no filme, talvez hoje eu não provaria, mas o meu eu de 20 anos de idade definitivamente sim. Se eu soubesse que eu poderia ser levado no tempo de forma segura, acredito que todos nós provaríamos. Eu gosto da ideia de passar tempo no Laurel Canyon no final dos anos 60 com Joni Mitchell, James Morrison, e David Crosby. Aqueles caras pareciam estar se divertindo muito. Eu gosto muito daquele som folk-rock americano, então seria para onde eu iria.

MACKIE: Eu definitivamente provaria, também: sem pensar duas vezes. Eu compraria tudo! Um dos meus maiores arrependimentos é que eu nunca conheci Muhammad Ali. Eu estive no mesmo prédio que ele duas vezes, mas nunca no mesmo cômodo. Eu adoraria voltar no tempo e visitar seu auge nos anos 50 e 60 e aproveitar a oportunidade de verdade para experenciar esse nível de nobreza.

Têm muitas lições nesse filme. Elas afetaram um de vocês de alguma forma?

DORNAN: Sim. Tem um grande discurso dos meninos no final sobre viver no presente e apreciar as coisas que você tem perto de você que ressoou em mim. Espesicalmente agora em 2020, tem sido um tempo para reflexão sobre permanecer no presente, mas também olhando para o passado e pensando no que poderíamos ter mudado. Tem tido também muito tempo para pensar no futuro e como nós queremos que ele seja, mesmo muita parecendo estar fora do nosso controle. Synchronic traz de verdade a conversa sobre tempo, sua apreciação, entendimento, e respeito por ele.

MACKIE: Isso, pra mim também. Eu acho que uma das maiores lições desse filme está acontecendo agora. Se nós não aprendermos com nossos erros passados, nós vamos a cometê-los no futuro novamente. Com tudo acontecendo agora, ele [o filme] coloca as coisas em perspectiva pra mim. Ninguém tem o amanhã prometido, então aproveito cada dia no seu máximo.

Jamie, você foi um sucesso na série The Fall da Netflix. Uma pena ouvir que você teve que sair de Dr. Death. Como você está se sentindo sobre Joshua Jackson aceitar o papel?

DORNAN: Tem sido uma coisa doida com The Fall, porque foi um sucesso na BBC quando saiu sete anos atrás e agora foi lançado todas as temporadas aqui na Netflix. Me fez perceber quantas pessoas assistem mais a Netflix do que a BBC TWO, porque foi dada a essa série uma outra vida! Com Dr. Death, foi apenas uma daquelas coisas irritantes de agenda. Quando a panedemia começou estávamos a três dias do início das gravações e eu estava com toda a minha família em New York. Nós ainda temos muitos de nossos pertences no nosso apartamento lá que ainda estamos pagando. Eles foram insistentes em algumas datas que não davam pra mim de jeito nenhum, então eu tive que sair. Eu sou um fã do Joshua Jackson, gosto muito do trabalho que ele faz, então foi uma ótima escalação. Eu não sinto nada além de amor e respeito pelas pessoas daquela equipe, então é uma pena eu não estar disponível para entrar naquela jornada com eles, mas eu desejo a eles toda a sorte do mundo.

Anthony, você trabalhou em Ma Rainey’s Black Bottom na Broadway. Está animado para ver Chadwick Boseman no filme da Netflix?

MACKIE: Têm muitos atores lendários nesse filme e Chad se colocou em uma posição na época para entregar aquela performance, porque Levee é um puta de um papél. Ter Viola Davis como Ma, você não poderia pedir por um grupo melhor de pessoas para compor aquilo. Será algo especial. Nessas duas semanas passadas eu perdi dois gurus do teatro em Anthony Chisholm e Thomas Byrd quem eu tive a oportunidade de contracenar junto para August Wilson. É uma história que não deveria ser tida como levianamente e um personagem que vai mudar sua opinião sobre o que o teatro pode ser se você você assistir.


Em um ano em que a maioria dos atores foram colocados de lado pela pandemia global, a estrela do Reino Unido Jamie Dornan teve a sorte de manter um ritmo de trabalho constante. A crise internacional de saúde, no entanto, o forçou a desistir de um projeto devido a atrasos na produção. (Ele interpretaria o papel principal em Dr. Death, a série exclusiva de crimes reais de Peacock, mas desistiu no início deste mês.)

Os fãs do ator não precisam se preocupar, no entanto. Dornan tem dois filmes programados para lançamento esse ano. Ele estrela o thriller de ficção científica Synchronic, da Well Go USA Entertainment, que chega aos cinemas e drive-ins na sexta-feira, 23 de outubro, bem como o terno drama romântico de Bleecker Street, Wild Mountain Thyme, no qual ele estrela ao lado de Emily Blunt, com estreia marcada no VOD e nos cinemas sexta-feira, 11 de dezembro.

Falando por telefone de Londres, o homem de 38 anos, casado e pai de três filhas, revela que recentemente terminou as gravações de ‘Belfast’, o drama político de Kenneth Branagh sobre sua cidade natal. O filme investiga o conflito sangrento de décadas entre a Irlanda do Norte e a Grã-Bretanha, que finalmente terminou em 1998.

Dornan está animado com seus mais novos projetos, incluindo interpretar um paramédico de Nova Orleans e pai de uma adolescente, que junto com seu parceiro (interpretado pelo ator Anthony Mackie) encontram uma nova droga misteriosa que literalmente transporta suas jovens vítimas para outro tempo e volta, muitas vezes com consequências mortais. O ator explicou que, embora a ficção científica não seja seu gênero usual, ele ficou intrigado com os cineastas Justin Benson e a abordagem única de Aaron Moorhead sobre o gênero. Ele interpreta um homem de família trabalhador, cuja filha adolescente (Ally Ioannides) desaparece depois de usar a droga ilícita.

Angela Dawson: Como foi estrelar neste thriller de ficção científica Synchronic?

Jamie Dornan: Eu não me consideraria um grande fã de ficção científica, por si só, mas sinto que isso realmente despertou meu interesse. Quando li o roteiro, pensei que estava muito conectado em um nível humano. Esses personagens, nessas situações estressantes em que se encontram, pareciam tão reais. Eu também queria trabalhar com Anthony Mackie. Deveríamos trabalhar juntos há alguns anos, mas não deu certo, então eu estava ansioso para ter esta segunda chance de trabalhar com ele. Nós nos divertimos muito gravando em Nova Orleans. Anthony é de lá, então ele meio que serviu como o anfitrião não oficial para o resto de nós enquanto estávamos lá. Também estava ansioso para trabalhar com Justin (Benson) e Aaron (Moorhead), porque sinto que eles têm muito a oferecer no mundo do cinema. Portanto, foi uma decisão muito fácil.

Dawson: Você conversou com paramédicos antes de fazer este filme?

Jamie: Nós tentamos arranjar isso para que pudéssemos fazer ligações com eles, mas meio que acabou não acontecendo. Mas consegui falar com um paramédico em Nova Orleans. Eu venho de uma família médica. Meu pai é médico. Minha mãe era enfermeira. Minha madrasta é médica. Meu tio é médico. Minha tia também. Então, tive acesso a muitas pessoas da área médica em minha vida familiar. É realmente algo para ser o primeiro a entrar em cena nessas situações de emergência. Pelo que me disseram, eles se lembram de cada caso; está enraizado neles.

Imagem Divulgação: Synchronic

Em Synchronic o que eles encontram é mais intensificado. Essa droga que está na rua é dramatizada e não o que (os paramédicos) normalmente encontram ao atender uma chamada de emergência.

Dawson: Você interpreta o pai de uma adolescente neste filme. Como pai de filhas pequenas na vida real, interpretar esse papel o fez pensar sobre como será quando elas ficarem um pouco mais velhas?

Jamie: Sim. Em The Fall, eu interpretei um pai, mas os filhos eram muito mais novos. Eu tinha cerca de 30 anos quando filmei isso. Agora, sou pai três vezes desde então. Ally (Ioannides) interpreta minha filha de 16 anos. Na verdade, ela tem cerca de 21 anos na vida real. Nós apenas saíamos com ela com um dos caras no set, mas então você percebe que ela está interpretando minha filha, então foi um pouco incompreensível. Mas estou pronto para toda a série de desafios que podem surgir com minhas três meninas quando se tornarem adolescentes. Quer dizer, estou tão pronto quanto posso.

Dawson: Seu personagem, Dennis, parece ter a vida ideal – uma esposa linda e amorosa, dois filhos e um trabalho em que se destaca – mas ele não aprecia tudo o que tem. O personagem de Anthony, Steve, que é solteiro, meio que o inveja e vice-versa. Será que a grama é sempre mais verde no vizinho?

Jamie: Sim, é sobre valorizar o que você tem. Mas todos nós temos amigos que têm vidas diferentes, e você se pergunta como é ter a vida deles. Às vezes, você tem ciúmes da liberdade que outra pessoa parece ter. Mas eu sou o oposto de (Dennis). Mal posso esperar para chegar em casa e ficar com as minhas filhas e minha esposa. Então, isso foi um pouco diferente.

Dawson: Você também tem um gênero muito diferente de filme chamado Wild Mountain Thyme sendo lançado no final deste ano, no qual você co-estrela com Emily Blunt. Você interpreta um personagem muito simples e gentil chamado Anthony, que tem um pouco de medo de se apaixonar.

Jamie: Anthony está quase pronto para o mundo. Ele viveu uma vida tão protegida. Nestes tempos modernos, ele pode ser considerado “no espectro”. Há uma espécie de ingenuidade e despreparo que pode ser percebida por muitas pessoas que são lançadas ao mundo e não estão prontas para uma situação. Foi uma alegria poder trabalhar com alguém tão respeitado e reverenciado como John Patrick Shanley, que ganhou um prêmio Pulitzer de drama (Dúvida: Uma Parábola) e um Oscar (por escrever o roteiro Moonstruck). Por isso, não houve hesitação da minha parte. Fiquei chocado que ele estava confiante de que eu poderia fazer isso.

E então ele construiu este elenco incrível. Eu estava a bordo desde o início. Então, ele convenceu todas essas grandes pessoas a se juntarem a nós, como Emily (Blunt), que era uma grande alegria, e Jon Hamm e Christopher Walken. Foi um daqueles maravilhosos empregos dos sonhos. Eu sou da Irlanda, então sempre tenho muito orgulho quando começo a trabalhar em minha terra natal e recebo americanos e outros lá. As pessoas foram muito gentis e receptivas conosco naquela vila. Então, foi uma experiência incrível.

Dawson: Você também canta um dueto doce com Emily no final do filme.

Jamie: Emily é uma cantora de verdade. Eu posso meio que me atrapalhar com isso. Foi bom poder fazer isso.

Dawson: O que está acontecendo com o Belfast de Kenneth Branagh? Você ainda está em produção?

Jamie: Terminamos algumas semanas atrás. Novamente, foi uma daquelas situações de trabalho dos sonhos. Foi ótimo ter isso no meu calendário este ano; particularmente este ano. Tivemos a sorte de gravar o filme e cumprir o cronograma com segurança. Eu sou um grande fã de Kenneth Branagh.

Fonte: Revista Forbes
www.forbes.com
Texto: Angela Dawson

Informação importante: Até o momento dessa postagem não temos confirmação da data de estreia dos filmes ‘Synchronic e “Wild Mountain Thyme’ no Brasil.