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Para comemorar o aniversário do nosso amado Christian Grey, E.L. James liberou o primeiro capítulo do livro Freed, a história de Fifty Shades Freed contada pelo POV do Grey. E nós decidimos que, como foi algo liberado pela própria autora, vamos postar o capítulo traduzido aqui para vocês. Esse é um trabalho de fã para fã. Sem nenhum fim lucrativo. Caso usem a nossa tradução, por favor deixem os créditos.

Capítulo um de Freed por E.L. James.

Domingo, 19 de junho, 2011

Nós estamos deitados, felizes pós-coito, debaixo de luminárias rosas de papel, um tapete de flores e luzes encantadas que cintilam nas vigas. Conforme minha respiração se acalma, eu seguro Anastasia próxima a mim. Ela está esparramada sobre mim, sua bochecha em meu peito, sua mão descansando sobre meu coração acelerado. A escuridão está absenta, expulsa pela minha apanhadora de sonhos… minha noiva. Meu amor. Minha luz.

Eu poderia estar mais feliz do que estou nesse momento?

Eu levo a cena para a memória: a casa de barcos, o ritmo da água batendo calmamente, a flora, as luzes. Fechando meus olhos, eu sinto a mulher que está em meus braços, seu peso encima de mim, o subir e descer de suas costas enquanto ela respira, suas pernas emaranhadas as minhas. O cheiro do seu cabelo enche minhas narinas acalmando todos meus cantos e arestas irregulares. Esse é o meu lugar feliz. Dr. Flynn estaria orgulhoso. Essa linda mulher se consentiu a ser minha. Em todas as maneiras. Novamente.

“Podemos nos casar amanhã?” Eu sussurro próximo ao seu ouvido.

“Hmm.” O som que ela faz em sua garganta reverbera com um suave tremor atravessando minha pele.

“Isso é um sim?”

“Hmm.

“Um não?”

“Hmm.”

Eu sorrio. Ela está esgotada. “Senhorita Steele, está sendo incoerente?” Eu a sinto responder com um sorriso e rio, abraçando-a e beijando seus cabelos. “Vegas, amanhã, tá marcado.”

Ela levanta sua cabeça, seus olhos quase fechados. Na luz suave das luminárias de papel, ela parece sonolenta e saciada. “Não acho que meus pais ficariam muito felizes com isso.” Ela volta a descansar sua cabeça em mim mais uma vez e eu corro meus dedos através de suas costas nuas apreciando, como sempre, a sensação de sua pele.

“O que você quer, Anastasia? Vegas? Um grande casamento com tudo o que tem direito? Me diga.”

“Grande não.” Ela me olha. “Apenas amigos e família.”

“Okay. Onde?”

Ela dá de ombros e eu suponho que ela não teve pensado sobre isso.

“Poderíamos fazer aqui?” Eu pergunto.

“Na casa dos seus pais? Eles se importariam?”

Eu rio. Grace daria pulos com essa chance. “Minha mãe estaria no sétimo céu.”

“Okay, aqui. Eu tenho certeza que minha mãe e pai prefeririam isso.”

Assim como eu.

Estamos em um acordo. Sem discussão.

Seria essa a primeira vez?

Gentilmente, eu acaricio seu cabelo um pouco desorganizado do nosso encontro.

“Então, nós estabelecemos onde, agora vai ser quando.”

“Certamente, você deveria perguntar a sua mãe?”

“Hmm. Ela pode ter um mês, é isso. Eu a quero muito para esperar mais do que isso.”

“Christian, você me tem. Você tem me tido há um tempo. Mas tudo bem, um mês é o que há.” Ela planta um beijo terno em meu peito e eu fico grato que a escuridão se mantem quieta. Sua presença está a mantê-la longe.

“É melhor nós retornarmos. Eu não quero Mia nos interrompendo como ela fez naquele dia.”

Ana ri. “Ah, sim. Ali foi por pouco. Minha primeira foda de punição.” Ela percorre minha mandíbula com seus dedos e eu me viro, levando-a comigo, pressionando-a profundamente no tapete no chão.

“Não me lembre. Não foi um dos meus melhores momentos.”

Seus lábios se contornam em um sorriso recatado, seus olhos brilhando com humor. “Como foda de punição… foi tudo bem. E eu recuperei minha calcinha.”

“Você recuperou. Justo e direto.” Rindo para mim mesmo, eu a beijo rapidamente e me levanto. “Vamos, coloque sua calcinha e vamos voltar o que resta da festa.”

Eu fecho seu vestido esmeralda e cubro seus ombros com meu terno. “Pronta?” Ela coloca sua mão na minha e nós caminhamos para o topo das escadas da casa de barcos. Pausando, ela olha novamente para o nosso refúgio floral como se ela estivesse memorizando o cenário.

“O que vai ser feito de todas essas luzes e flores?”

“Está tudo certo. O florista vai retornar amanhã para desmontar esse caramanchão. Eles fizeram um trabalho excelente. E as flores vão para um casa de idosos da região.”

Ela aperta minha mão. “Você é um homem bom, Christian Grey.”

Eu espero ser bom o suficiente para você.

Minha família está dentro de casa abusando da máquina de karaokê. Kate e Mia estão em pé, dançando e cantando We Are Family enquanto meus pais olham. Eu acho que ambos estão um pouco embriagados. Elliot está caído no sofá tomando sua cerveja e declamando a letra da música.

Eu quero chutá-lo. Cara.  Acorda! Kavanagh, sua namorada está te mandando uma mensagem.

Kate vê Ana e acena para o microfone. “Oh Meu Deus!” grita Mia saindo da canção. “Olha aquela pedra!” ela agarra a mão de Ana e sibila. “Christian Grey, você arrasou.”

Ana dá a ela um sorriso tímido enquanto Kate e minha mãe se aproximam para inspecionar seu anel. Eu reviro os olhos mas por dentro eu me sinto 3 metros de altura.

Isso. Ela gosta. Elas gostaram.

Você fez bem, Grey.

“Christian, posso falar contigo?” Carrick pergunta ao se levantar, sai expressão uma careta.

Agora?

Sua encarada é inabalável quando me direciona para fora da sala.

“Hm. Claro.” Eu lanço um olhar a Grace, mas ela está evitando estudiosamente.

Merda. Ela contou a ele sobre Elena? Eu o sigo para seu estúdio e ele me coloca para dentro, fechando a porta atrás dele.

“Sua mãe me contou,” ele diz sem preâmbulos quaisquer que sejam.

Eu olho para o relógio – é 12:35. Tá tão tarde para essa conversa… em todo sentido. “Pai, eu estou cansado-”

“Não. Você não vai evitar essa conversa.” Sua voz é firme e seus olhos se estreitam como alfinetadas quando ele me olha sobre seus óculos. Ele está chateado. De verdade.

“Pai…”

“Quieto, filho. Você precisa ouvir.” Ele senta na beirada de sua mesa e tira seus óculos e começa a limpá-los com um pedaço de pano que tirou do bolso. Eu permaneço em pé diante dele, como sempre fiz, sentindo como se fosse quando eu tinha 14 anos de idade e eu tinha acabado de ser expulso da escola – de novo. Resignado, eu respiro fundo, e suspirando o mais alto que posso, coloco minhas mãos em maus quadris, e espero pela bronca.

“Dizer que estou desapontado é eufemismo. O que Elena fez foi um crime-”

“Pai-”

“Não, Christian. Você não tem vez pra falar nesse momento.” Ele me encara. “Ela precisa ser presa.”

Porra! Pai!

Ele pausa e coloca seus óculos de volta no lugar. “Mas eu acho que é a sua decepção que mais me desaponta. Todas as vezes que você deixou essa casa com alguma mentira que estava indo estudar com seus amigos – amigos que nós nunca chegamos a conhecer – você estava fodendo com aquela mulher.

Cristo!

“Como vou acreditar em qualquer coisa que você nos disse?” ele continua.

Oh, tenha dó. Isso é totalmente um exagero. “Posso falar agora?”

“Não. Você não pode. Eu sou culpado, claro. Eu pensei que tinha te passado algum semblante de uma compaixão moral. E agora eu estou me perguntando se eu te ensinei algo.”

“Você está fazendo uma pergunta retórica?”

Ele me ignora. “Ela era uma mulher casada e você não teve nenhum respeito por isso, e você está prestes a se tornar um homem casado-”

“Isso não tem nada a ver com Anastasia!”

“Não se atreva a levantar a voz pra mim,” ele diz com uma certa ferocidade. Acho que nunca vi ou o ouvi tão bravo dessa forma. É sóbrio e me silencia.

“Tem tudo a ver com ela. Você está prestes a embarcar em um grande compromisso com uma mulher jovem.” Seu tom ameniza. “É uma surpresa para todos nós. E eu estou feliz por você. Mas estamos falando das obrigações do casamento. E se você não tem nenhum respeito por isso, então você não tem nada que estar se casando.”

“Pai-”

“E se você está descuidado dessa forma sobre os votos sagrados que você estará afirmando em breve, você precisa seriamente considerar um acordo pré-nupcial.”

Que?

Eu ergo minhas mãos. Ele foi longe demais. Eu sou uma adulto, tenha dó. “Não arraste Ana para dentro disso. Ela não é como uma aproveitadora suja.”

“Isso não é sobre ela.” Ele se levanta e vem até mim. “É sobre você. Você se certificando de suas responsabilidades. Sendo um ser humano confiável e decente. Sendo um marido ideal.”

“Tenha dó, pai, eu tinha quinze anos!” Eu disparo e nós estamos nariz com nariz, nos encarando.

Por que ele está reagindo de uma forma tão ruim quanto a isso? Eu sei que sempre fui um grande desapontamento para ele, mas ele nunca transpareceu de forma tão dolorosa.

Ele fecha os olhos e aperta o nariz e eu me dou conta que nos meus momentos de estresse eu faço o mesmo. Esse hábito vem dele, mas no meu caso a maçã caiu longe, bem longe do pé.

“Você está certo. Era uma criança vulnerável. Mas o que você falhou em ver é que o que ela fez foi errado, e claramente você ainda não consegue ver porque continua a associar-se com ela –não apenas como um membro da família – mas também nos negócios. Por todos esses anos, ambos estiveram mentindo para nós. E isso é o que mais machuca,” ele fala baixo. “Ela era amiga da sua mãe. Nós achávamos que era uma boa amiga. Ela é o oposto. Você vai cortar todos os laços financeiros com ela.”

Caralho. Carrick.

Eu quero dizer a ele que Elena foi uma força para o bom, e que eu não teria continuado minha associação com ela se eu não achasse isso. Mas eu sei que vai entrar em um ouvido e sair no outro. Ele não quis ouvir quando eu tinha quatorze anos e estava tendo problemas na escola, e aparentemente ele não quer ouvir agora também.

“Você terminou?” As palavras saem amarguradas entre meus dentes pressionados.

“Pense sobre o que eu disse.”

Eu me viro para sair. Já ouvi o suficiente.

“Pense sobre o pré-nupcial. Vai salvá-lo de um grande luto no futuro.”

Ignorando-o eu saio de seu escritório e bato a porta.

Que se foda!

Grace está no corredor.

“Por que você contou a ele?” Eu disparo para ela, mas Carrick me seguiu na saída do escritório e assim ela não responde. Ela o olha.

Eu vou buscar Ana. Nós vamos para casa.

Eu sigo o som dos miados da sala e encontro Elliot e Ana no microfone estrangulando Ain’t No Mountain High Enough. Se eu não estivesse tão puto eu daria risada. O murmúrio sem ritmo de Elliot não pode ser classificado como cantoria e ele está afundando a doce voz de Ana. Felizmente, a música está prestes a acabar então eu sou poupado do pior.

“Acho que Marvin Gavin e Tammi Terrell estão se revirando em suas covas,” eu observo secamente quando eles terminam.

“Achei que foi uma boa rendição.” Elliot se curva teatralmente para Mia e Kate que estão rindo e aplaudindo exageradamente. Acho que todos estão bêbados. Ana solta uma risadinha. Ela está corada e adorável.

“Estamos indo para casa,” Eu a digo.

Sua expressão muda. “Eu disse a sua mãe que ficaríamos.”

“Você disse? Agora?”

“Sim. Ela trouxe uma muda de roupas para nós. Estava ansiosa para dormir em seu quarto.”

“Querido, eu esperava de verdade que você ficasse.” É um apelo da minha mãe; ela está na porta, Carrick atrás dela. “Kate e Elliot também vão ficar. Eu gosto de ter todas minhas crias debaixo do mesmo teto.” Ela se estica e pega minha mão. “E nós pensávamos que o tínhamos perdido essa semana.”

Eu reviro os olhos.

Meus irmãos parecem estar completamente desatentos do drama que está se desenrolando diante deles. Eu espero essa falta de atenção do Elliot… mas não de Mia.

“Fique, filho. Por favor.” O olhar do meu pai penetra em mim mas ele aparenta genial o suficiente. Não é como se ele não tivesse acabado de me falar que sou um completo desapontamento.

Novamente.

Eu o ignoro e respondo minha mãe. “Tudo bem.” Mas apenas porque Ana está me implorando com o olhar, e eu sei que se eu saísse em um piscar de olhos iria arruinar o que tem sido um dia maravilhoso.

Ana passas seus braços ao meu redor. “Obrigada,” ela sussurra. Eu sorrio para ela e a nuvem negra que é meu humor no momento começa a se dissipar.

“Vamos lá, pai.” Mia empurra o microfone na mão dele e o arrasta para a frente da tela. “Última música!” Ela diz.

“Cama?” Eu a pergunto, ignorando eles. Eu tive o suficiente da minha família por uma noite. Ela concorda e eu enlaço meus dedos aos seus. “Boa noite a todos. Obrigado pela festa, mãe.”

Grace me abraça. “Você sabe que nós te amamos. Nós apenas queremos o melhor para você. Eu estou tão feliz com as novidades. E tão feliz que vocês estão aqui.

“É. Mãe. Obrigado.” Eu dou um beijo corriqueiro em sua bochecha. “Estamos cansados. Vamos para cama. Boa noite.”

“Boa noite, Ana. Obrigada,” ela diz e a dá um leve abraço. Eu puxo a mão de Ana para sairmos quando Mia coloca Wild Thing para Carrick cantar.

Isso eu não quero ver.

Ligando a luz, eu fecho a porta do meu quarto e puxo Ana para meus braços mergulhando em seu calor.

“Hey, você está bem?” Ela murmura. “Eu percebo que você está pensativo.”

“Estou apenas chateado com meu pai. Mas nada novo. Ele ainda me trata como um adolescente.”

Ana me abraça mais forte. “Seu pai te ama.”

“Bem, hoje ele está muito desapontado comigo. De novo. Mas não quero discutir isso nesse momento.”

Ana pisca para mim com compaixão e empatia escrita largamente sobre seu rosto, e eu sei que nenhum de nós quer trazer à tona o espectro de Elena… Mrs. Robinson.

Me recordo de mais cedo, e Grace em toda sua vingança gloriosa, expulsando Elena de casa. Eu me pergunto o que ela diria, naquele tempo, se ela tivesse me pegado com uma garota em meu quarto. De repente estou energizado pela mesma motivação juvenil que eu tinha quando nós demos uma escapadinha no baile de máscaras semana passada.

“Eu tenho uma garota em meu quarto.” Sorrio.

“O que você vai fazer com ela?” O sorriso provocativo como resposta de Ana é sensual.

“Hmm. Todas as coisas que eu quis fazer com garotas quando eu era um adolescente.” Mas que eu não podia. Porque eu não suportava ser tocado. “A não ser que você esteja cansada.” Eu traço a curva suave de sua bochecha com o nó dos meus dedos.

“Christian. Estou exausta. Mas emocionada também…”

Oh baby. Eu a beijo rapidamente e fico com pena. “Talvez nós devêssemos apenas dormir. Tem sido um dia longo. Vem. Eu vou coloca-la na cama. Vire-se.”

Ela obedece e eu alcanço o zíper do seu vestido.

Ana dorme ao meu lado, seu rosto sereno. Eu encaro seu perfil, maravilhado que ela é minha.

Será que eu serei o suficiente para ela?

Sou o tipo de marido ideal?

Eu suspiro e me deito em minhas costas encarando o teto.

Eu vou prová-lo que ele está errado.

Ele sempre foi rigoroso comigo. Mais do que com Elliot ou Mia.

Desgraçado. Ele sabe que sou uma semente ruim. Enquanto repito sua bronca de mais cedo em minha cabeça, eu flutuo até cair no sono.

Braços levantados, Christian. Papai tem uma cara séria. Ele está ensinando a mergulhar na piscina.

Isso mesmo. Agora dobre seus dedos na beirada da piscina. Bom. Arqueie suas costas. Isso mesmo. Agora impulsione.

Eu caio. E caio. E caio. Splash. Dentro da água limpa e fria.

Dentro do azul. Dentro da Calma. Dentro do quieto.

Mas minhas boias me puxam para o topo de volta. E eu procuro pelo papai.

Olha, papai, olha.

Mas Elliot pula nele. E eles caem no chão.

Papai faz cócegas em Elliot.

Elliot ri. E ri. E ri.

E papai beija sua barriguinha.

Papai não faz isso comigo.

Eu não gosto.

Estou dentro d’água.

Eu quero estar lá em cima.

Quero estar lá em cima. Com papai.

E eu estou escorado nas árvores. Assistindo papai e Mia.

Ela dá gritinhos de alegria enquanto ele faz cócegas.

E ele ri. E ela se solta e pula nele.

Ele a rodopia e a pega.

E eu permaneço nas árvores sozinho. Olhando. Querendo.

O ar tem cheiro bom.

De maçãs.

“Bom dia, Senhor Grey,” Ana sussurra e eu abro meus olhos. O sol da manhã penetra pelas janelas e eu estou agarrado a ela como uma videira. Um nó de mal-estar e aperto no peito – provocado pelo meu sonho, certamente – se desfaz ao avistá-la. Estou apaixonado e animado; meu corpo se elevando para encontrá-la.

“Bom dia, Senhorita Steele.” Ela está impossivelmente linda, apesar de estar usando uma blusa de Mia escrito I❤Paris. Ela segura meu rosto, olhos brilhando e seus cabelos soltos e brilhantes na luz da manhã. Ela corre seu polegar pelo meu queixo, fazendo cócegas, na minha barba por fazer.

“Eu estava te assistindo dormir.”

“E tava?”

“E olhando meu lindo anel.” Ela livra sua mão e move seus dedos. O diamante captura a luz e cria vários pequenos arco-íris ao redor dos meus antigos pôsteres na parede.

“Ooh…!” ela sussurra.

“É um sinal.” Eu murmuro.

Um bom sinal, Grey.

“Nunca vou tirá-lo.”

“Bom.” Eu me movo de forma que agora estou cobrindo-a. “Me assistindo por quanto tempo?” Eu corro meu nariz até o seu e pressiono meus lábios aos dela.

“Ah, não,” ela disse e empurra meus ombros. Meu descontentamento é real, mas ela rola para minhas costas e sobe em mim. Montando em mim, ela se senta e levanta a blusa tirando-a de seu corpo, e jogando-a no chão. “Eu estava pensando em te dar uma despertada.”

“É?” Meu pau e eu voltando a nos alegrar.

Antes que eu possa ficar rígido sobre seu toque, ela deixa um beijo em meu peito, seu cabelo caindo ao redor de nós dois, criando um refúgio castanho. Olhos azuis acesos me olham.

“Começando aqui.” Ela me beija novamente.

Eu inalo rispidamente.

“Então movendo para cá.” Ela passa a língua de forma caprichada na linha abaixo do meu esterno.

Sim.

A escuridão se mantém quieta, moderada pela deusa que está encima de mim ou pela minha libido que está queimando. Eu não sei qual.

“Você tem um poderoso sabor agradável, Senhor Grey,” ela respira contra minha pele.

“Fico feliz em saber.” As palavras são roucas em minha garganta.

Ela lambe e mordisca ao redor da base das minhas costelas ao mesmo tempo que seus seios se arrastam no pé da minha barriga.

Ah!

Uma, duas, três vezes.

“Ana!” Eu agarro seus joelhos conforme minha respiração acelera e aperto. Mas ela se contorce em minha ereção, então eu a solto e ela se levanta me deixando pronto e desejando. Acho que ela vai me tomar. Ela está pronta.

Eu estou pronto.

Porra, se eu estou pronto.

Mas ela move para baixo no meu corpo, beijando meu estômago, minha barriga, sua língua entrando no meu umbigo, depois roçando todo meu caminho feliz. Ela me mordisca mais uma vez e eu sinto diretamente no meu pau.

“Ah!”

“Aqui está você,” ela sussurra e encara escandalizada meu pau impaciente e então me olha com um sorrisinho conquistador. Lentamente, seus olhos nos meus, ela me leva a sua boca.

Jesus Amado.

Sua cabeça sobe e desce, seus dentes escondidos atrás dos seus lábios, enquanto ela me coloca cada vez mais dentro de sua boca. Meus dedos encontram seus cabelos e eu os tiro da frente para que assim minha vista da minha futura esposa com seus lábios ao redor do meu pau não seja interrupta. Eu contraio meus glúteos, elevando meus quadris, entrando mais fundo e ela engole, apertando sua boca ao meu redor.

Mais duro.

Mais duro ainda.

Ah. Ana. Sua deusa do caralho.

Ela pega o ritmo. E fechando meus olhos, eu fecho minha mão em seu cabelo.

Ela é tão boa nisso.

“Sim,” eu solto entredentes e eu me perco no descer e subir da sua boca. Eu vou gozar.

Do nada, ela para.

Cacete. Não! Eu abro meus olhos e a vejo se mover sobre mim, e se sentar ah-tão-devagar sobre meu pau, que prestes a explodir. Eu gemo do fundo da garganta a cada precioso milímetro saboreado. Seu cabelo cai sobre seus seios nus e me erguendo eu acaricio cada um deles, correndo meus polegares sobre seus mamilos que estão enrijecendo, de novo e de novo e de novo.

Ela deixa um gemido alto escapar, empurrando seus seios em minhas mãos.

Ah, baby!

Então ela se inclina pra frente, me beijando, sua língua invadindo minha boca e eu experimento e saboreio minha salinidade e sua doce boca.

Ana.

Eu movo minhas mãos para o seu quadril e a suavizando-a cima de mim e então a puxo para baixo, encaixando ao mesmo tempo.

Ela grita, agarrando meu pulso.

E eu me movo de novo.

E de novo.

“Christian,” Ela dispara para o teto e se iguala ao meu ritmo e nos movemos juntos. De novo e de novo. Até que ela se desfaz encima de mim, me levando junto com ela, desencadeando minha própria libertação.

Eu acaricio o seu cabelo e desço meus dedos em suas costas.

Ela me tira o ar.

Isso ainda é novo. Ana no comando. Ana iniciando. Eu gosto disso.

“Agora sim, essa é minha ideia de domingo de adoração.” Eu sussurro.

“Christian!” Ela vira sua cabeça para mim com reprovação em seus olhos.

Eu gargalho.

Será que isso vai perder a graça algum dia? Chocar a Senhorita Steele?

Eu abraço ela e nos movo para que ela possa ficar embaixo de mim.

“Bom dia, Miss Steele. É sempre um prazer acordar com você.”

Ela acaricia meu rosto. “O mesmo vale para você, Sr. Grey.” Sua voz é suave. “Nós temos que levantar? Eu gosto de estar aqui no seu quarto. ”

“Não.” Eu olho para o meu relógio na mesa de cabeceira. É 9:15. “Meus pais vão estar na missa”. Eu mudo para o seu lado.

“Eu não sabia que eles eram de ir à igreja.”

Eu bufo. “Sim. Eles são. Católicos.”

“Você é?”

“Não, Anastasia.”

Deus e eu fomos seguimos em caminhos distintos a muito tempo atrás.

“Você é?” Eu pergunto, lembrando que o Welch não encontrou nenhuma ligação religiosa durante sua verificação de antecedentes.

Ela balança a cabeça. “Não, nem eu ou meus pais possuímos fé. Mas eu gostaria de ir na igreja hoje. Eu preciso agradecer…. Alguém por trazer você de volta vivo do acidente.”

Eu suspiro imaginando um raio me queimando até virar cinzas se eu pisar no terreno sagrado de uma igreja… Mas por ela, eu vou.

“Certo. Eu vou ver o que podemos fazer.” Eu a beijo rapidamente. “Venha, tome banho comigo. ”

Eu comi o quanto pude. Minha família voltou da missa e minha mãe cozinhou seu tradicional café da manhã; um delicioso, e causador de doença cardíaca, prato de bacon, linguiça, batatas amassadas fritas, ovos e bolinhos. Grace está quieta e eu suspeito que ela talvez esteja de ressaca.

Durante toda a manhã eu evitei meu pai.

Eu não o perdoei por causa da noite passada.

Ana, Elliot e Kate estão em um intenso debate sobre bacon e discutindo sobre quem deveria ter a última linguiça. Eu meio que escuto, divertido, enquanto eu leio um artigo sobre a taxa de insucesso dos bancos locais na edição de domingo do Seattle Times.

Mia grita e toma seu lugar na mesa, segurando seu computador. “Olhe isso. Há um tópico de fofoca no site do Seattle Nooz sobre você estar noivo, Christian.”

“Mas já?” Minha mãe diz, surpresa.

Eu reviro os olhos. Esses idiotas não têm nada melhor para fazer?

Mia lê a matéria em voz alta. “’Chegou para nós aqui do the Nooz que o solteiro mais elegível de Seattle, o Christian Grey, foi finalmente fisgado e os sinos de casamento estão no ar.’” Eu olho para a Ana, que fica pálida quando encara com olhos de espanto da Mia para mim.

“Mas quem é a sortuda, sortuda dama?“

Mia continua. “O Nooz está à procura. Aposto que ela está lendo uma puta de acordo pré-nupcial.” Mia começa a rir.

Eu olho para ela. Fecha essa maldita boca, Mia.

Ela para e franze os lábios. Ignorando ela, e todos os olhares ansiosos na mesa, eu olho para a Ana que empalideceu ainda mais.

“Não…” Eu digo tentando tranquiliza-la.

“Christian,” Meu pai diz.

“Eu não estou discutindo isso de novo,” Eu rosno para ele. Ele abre a boca para dizer algo. “Sem acordo pré-nupcial!” Eu digo com tanta veemência que ele fecha a boca.

Cala a boca, Carrick!

Pegando o jornal, eu releio a mesma frase sobre o artigo do banco várias vezes enquanto eu fumego.

“Christian.” Ana murmura. “Eu vou assinar qualquer coisa que você e o Sr. Grey queiram.”

Eu levanto o olhar e ela está me implorando, um brilho de lagrimas não derramadas em seus olhos.

Ana. Pare.

“Não!” Eu protesto.

“É para te proteger.”

“Christian, Ana- eu acho que vocês deveriam conversam em particular,” Grace nos rebate. Ela fecha a cara para o Carrick e a Mia.

“Ana, não é sobre você,” Meu pai murmura. “E por favor me chame de Carrick. “

Não tente e venha se retratar com ela agora, eu fervor, por dentro.

De repente, há uma explosão de movimentos. Kate e Mia se levantam para limpar a mesa e Elliot rapidamente ataca a última com o seu garfo. “Eu definitivamente prefiro linguiça,” ele ruge com um humor forçado.

Ana está encarando suas mãos. Ela parece abatida.

Jesus, pai. Olha o que você fez.

Eu a alcanço e aperto suas mãos nas minhas e sussurro para que só ela possa me ouvir. “Pare. Ignore meu pai.”

Eu estou tentando.

“Ele está realmente chateado com a Elena. Aquelas coisas foram todas destinadas a mim. Eu queria que minha mãe tivesse mantido a boca fechada. “

“Ela tem razão, Christian. Você é muito rico, e eu não estou levando nada para o nosso casamento que não seja meus empréstimos estudantis.”

Baby, eu vou tê-la de qualquer maneira que eu possa ter. Você sabe disso!

“Anastasia, se você me deixar, você pode muito bem levar tudo. Você me deixou antes. Eu sei como é isso.”

“Aquilo foi diferente,” Ela murmura e franze a testa mais uma vez. “Você pode querer me deixar. “

Agora ela está sendo ridícula.

“Christian, você sabe que eu posso fazer algo excepcionalmente estupido – e você…“ ela para.

Ana, baby, eu acho que isso é muito improvável. “Pare. Pare agora. O assunto está encerrado. Não vamos mais discutir isso. Sem acordo pré-nupcial. Nem agora, nem nunca.“

E vagueio através dos meus pensamentos tentando encontrar um terreno seguro e mudar esse terrível tema. Inspiração me atinge. Direcionado para a Grace, que está torcendo suas mãos e olhando ansiosamente para mim, eu pergunto, “Mãe, eu posso ter o casamento acontecendo aqui?”

Sua expressão muda de alarmada para felicidade e gratidão. “Querido. Isso seria maravilhoso.” E ela adiciona depois uma reflexão tardia. “Você não quer um casamento na igreja?”

Eu olho para ela de canto de olho e ela captura imediatamente.

“Nós adoraríamos ser os cerimonialistas do seu casamento. Não é Carry?”

“Sim. Sim, claro. “Meu pai sorri para Ana e eu, mas eu não posso olhar pra ele.

“Você tem uma data em mente?” Grace pergunta.

“Quatro semanas. “

“Christian. Não é tempo o suficiente!”

“É tempo bastante.”

“Eu preciso de pelo menos oito!”

“Mãe. Por favor.”

“Seis?” Ela pede.

“Isso seria maravilhoso. Obrigada, Sra. Grey.” Ana olha para cima e me direciona um olhar de aviso, me desafiando a contradize-la.

“Seis então.” Eu murmuro. “Obrigado, mãe.”

Ana está quieta na viagem de volta a Seattle. Ela provavelmente está pensando sobre me ataque ao meu pai está manhã. Eu sei que é a sua censura que está me incomodando. Eu suspiro. Talvez eu esteja me comportando como um adolescente que meu pai pensa que sou. Eu deveria estar no topo do mundo; minha garota está ao meu lado, nós temos a data do casamento, mas eu me sinto estranhamente vazio após o discurso irritado do meu pai sobre a Elena e o acordo pré-nupcial. Por outro lado, eu acho que ele sabe que mandou mal. Ele tentou se redimir comigo quando saímos.

Christian, eu sinto muito.

Eu sempre fiz tudo ao meu alcance para proteger você.

E eu falhei.

Ele deveria ter dito aquilo noite passada. Ele não disse.

Eu sacudo minha cabeça. Quero cair fora dessa bagunça.

“Hey, tenho uma ideia.” Alcanço o joelho de Ana e o aperto.

Só podia ser meu dia de sorte porque havia um espaço fora da catedral de St. James. Ana olha para cima através das arvores na majestosa construção que domina a nona avenida inteira. Ela me dá um olhar questionador.

“Igreja,“ Eu ofereço como explicação.

“Isso é grande para uma igreja.“

“Verdade.“

Ela sorri. “É perfeito.“

De mãos dadas, nós vamos para uma das portas de entrada para dentro do vestibulo, depois seguindo para dentro da parte principal.

Por força do hábito vou até a pia de Água Benta para fazer o sinal da cruz, mas eu me paro bem a tempo, sabendo que se um raio vai cair – será agora. Eu olho para a Ana que tem a boca aberta em surpresa, mas eu olho para longe, para admirar o impressionante teto da majestosa catedral enquanto eu espero o julgamento de Deus.

Nada. Nenhum raio hoje.

“Velhos hábitos.” Eu murmuro me sentindo constrangido, mas aliviado que eu não fui reduzido a uma pilha de cinzas na grande entrada. Ana muda sua atenção para o magnifico interior. O ornamentado teto elevado, as colunas de mármore de cor enferrujada, o complexo vitral. A luz solar flui em um feixe constante através do óculo na cúpula do transepto, como se Deus estivesse sorrindo por todo o lugar. Há um sussurro corrido que ecoa pela sala principal, nos abraçando em uma calma impalpável que apenas é interrompida por uma tosse ocasional de um dos visitantes. É quieto; um refúgio para a agitação de Seattle. Eu havia esquecido como era tranquilo e bonito aqui, mas eu não estive aqui por anos. Eu sempre amei a pompa e a cerimônia de uma Missa Católica. O ritual. As reações. O cheiro do incenso queimando. Minha mãe fez questão que seus três filhos fossem conhecedores de toda as coisas católicas e teve um tempo que eu teria feito de tudo para agradar minha nova mãe.

Mas a puberdade chegou e tudo foi por água abaixo. Meu relacionamento com Deus nunca foi recuperado e mudou meu relacionamento com minha família, especialmente com meu pai.

Eu afasto o pensamento. É doloroso.

Agora parados no meio da sala, em um silêncio esplendido estou sobrecarregado por uma familiar sensação de paz. “Venha. Eu quero te mostrar uma coisa. “

Andamos pelo corredor lateral ao som dos saltos de Ana tocando as lajes até chegarmos a uma pequena capela lateral. As paredes douradas e o piso escuro são o cenário perfeito para a requintada estátua de Nossa Senhora, cercada por velas de fogo oscilante.

Ana arfa ao vê-la.

Sem dúvida ainda é um santuários mais bonitos que eu já vi. A Virgem Maria olhando para o chão com modéstia enquanto segura sua criança no alto. Suas vestes são douradas e azuis reluzindo na luz das velas acesas.

É deslumbrante.

“Minha mãe costumava nos trazer aqui as vezes para assistir à Missa. Esse era o meu lugar favorito. O santuário da Santa Virgem Maria.” Eu sussurrei.

Ana para e absorve a cena, a estátua, as paredes, o teto escuro coberto de estrelas douradas.

“Foi isso que inspirou sua coleção? Suas Madonnas?” Ela pergunta e há uma surpresa em sua voz.

“Sim.”

“Maternidade.” Ela murmura e olha para mim.

Eu dou de ombros. “Eu já vi ser feito bem e mal.”

“Sua mãe biológica?” Ela pergunta.

Eu concordo, e os olhos dela crescem impossivelmente arregalados, revelando alguma emoção profunda que eu não quero conhecer.

Eu olho para longe. É brutal.

Eu deposito 50 dólares na caixa de ofertas e entrego a ela uma vela. Ana pega a minha mão e aperta, depois ascende o pavio a partir de uma do candelabro na parede e a coloca emu ma arandela na parede. Oscila tão luminosa quanto as outras acompanhantes.

“Obrigada.” Ela murmura para Maria e enrola um braço ao redor do meu torso, encostando sua cabeça no meu ombro. E juntos ficamos de pé em uma quieta contemplação no mais bonito dos santuários no coração da cidade.

A paz, a beleza, e estando com a Ana restaura meu bom humor.

Que vá para o inferno o trabalho desta tarde. É domingo. Eu quero alguma diversão com minha garota. “Devemos ir ao jogo?” Eu pergunto.

“Jogo?”

“The Phillies estão jogando na liga principal, no Safeco Park. GEH tem um aposento lá.”

“Eu tenho tempo para me trocar?”

“Claro. Vamos.”

De mãos dadas nós voltamos para o R8.

Tradução Thiciane e Juliana.


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